Processamento de Pagamentos Transação financeira em lote: como ter segurança e agilidade

Transação financeira em lote: como ter segurança e agilidade

Fernando Nunes

Fernando Nunes

Empresas que precisam fazer um grande número de pagamentos enfrentam desafios muito comuns: transferências que são realizadas com erro e retornam; muito tempo gasto para fazer as transações e com possibilidade de erros e atrasos; profissionais dedicados apenas a essa tarefa e que poderiam ser mais estratégicos etc. Para resolver isso, o mais recomendado é a transação financeira em lote e automatizada.

No entanto, também é normal que haja receio em tomar uma decisão como essa de adotar uma ferramenta para automatizar os pagamentos. Afinal, a empresa busca por mais eficiência e, se não confia na segurança dessas transações, acaba deixando como está, apenas remediando, em vez de resolver a questão.

Por isso, é importante entender como funciona a transação financeira em lote automatizada para implementá-la na empresa. Dessa forma, é possível tomar essa decisão com mais segurança, garantindo que os processos financeiros realmente serão otimizados, ao facilitar o pagamento de fornecedores, clientes, parceiros  e funcionários.

Neste artigo, explicamos como uma solução de gestão e processamento de pagamentos  permite a realização de transação financeira em lote automatizada e quais são as vantagens de adotar um sistema como esse.

Como garantir agilidade e segurança para transação financeira em lote?

Um dos maiores empecilhos que fazem com que empresas deixem de considerar uma solução automatizada para transação financeira é o receio que têm quanto à segurança.

É comum observar gestores que acreditam que fazer os pagamentos um a um, manualmente, é mais seguro do que tornar o processo automático, considerando que, dessa forma, perderiam o controle do que está sendo feito.

Na verdade, o que acontece é justamente o contrário. Quando a transação financeira é automatizada por um sistema específico para essa função, a plataforma garante que os dados bancários estão corretos, fazendo essa verificação antes de efetuar cada pagamento, tornando-a muito mais segura.

Enquanto isso, quando os dados são inseridos manualmente, é mais provável que aconteçam erros. Depois que a transferência é realizada com dados incorretos, a instituição bancária pode demorar alguns dias para fazer o estorno. Isso pode ocasionar problemas maiores para a empresa, no caso de atrasar pagamentos, prejudicando a agilidade esperada.

Com o lançamento do PIX, meio de pagamento instantâneo do Banco Central, hoje as empresas conseguem realizar pagamentos com muito mais rapidez, o que representou um grande avanço financeiro em relação a toda a burocracia que envolve instituições bancárias.

No entanto, contar com o PIX não é tudo o que uma empresa precisa, principalmente considerando a parte de análise. Ou seja, não basta resolver uma parte do processamento sem otimizar também a gestão, especialmente quando se precisa de escala.

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Mais segurança no processamento e na gestão de pagamentos

A partir de uma fintech de pagamento, baseada nos novos conceitos de open banking e que ofereça gestão e processamento de pagamentos, é possível ir além das possibilidades oferecidas pelo PIX.

Portanto, é fundamental contar com uma solução que, além de permitir transação financeira em lote de forma automatizada e segura, garanta toda a gestão necessária.

Ao adotar uma solução de gestão e processamento de pagamentos como a Transfeera, é possível ter uma visão geral de transação financeira a partir de relatórios gerados pelo sistema para ter controle de como está a eficiência dos pagamentos.

Esse processo é importante para que a empresa corrija dados incorretos e minimize as perdas por pagamentos errados, por exemplo.

Outro diferencial que a Transfeera oferece nesse sentido é a validação dos dados bancários antes de efetuar a transação financeira em lote. Esse processo diminui os riscos de as transferências bancárias falharem.

Isso porque, antes de o dinheiro ser transferido para a conta do fornecedor ou funcionário, o sistema faz uma verificação por meio de algoritmos e consulta a CPF/CNPJ, para saber se os dados bancários inseridos estão corretos.

Por exemplo, pode estar faltando ou sobrando algum dígito ou a conta pode não estar no nome do titular indicado, o que impede a transação financeira de ser realizada. Se os dados não corresponderem a uma conta válida na instituição bancária informada, a transação também retornará.

Então, a solução da Transfeera faz essa checagem, garantindo que a transação financeira só seja realizada se estiver tudo correto. Do contrário, ela emite um alerta indicando o possível motivo da falha.

Isso evita que a empresa faça a transferência e tenha que esperar o estorno, além de gastar com a tarifa, que não é devolvida pelo banco, no caso de DOC e TED. Sabendo o que está errado, basta corrigir o dado e, aí sim, fazer a transação de forma rápida e segura, minimizando todos esses problemas.

Para saber mais sobre como otimizar os pagamentos da sua empresa, confira este conteúdo:

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