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Fases do open do banking: como está o calendário de implementação

Fases do open do banking: como está o calendário de implementação

Em 2020, o Banco Central detalhou as fases do open banking e apresentou um calendário do processo de implementação. Também conhecido como sistema financeiro aberto do Brasil, ou simplesmente banco aberto, o open banking promete aumentar a concorrência entre as instituições bancárias, que poderão oferecer uma melhor oferta de serviços financeiros.

Vale ressaltar que antes mesmo da regulamentação do open banking, as fintechs – como é o caso da Transfeera – já ofereciam diversos benefícios aos clientes. Isso, graças às parcerias contratuais firmadas com instituições financeiras conhecidas. No entanto, com o sistema financeiro aberto os dados dos clientes não são mais de propriedade dos bancos.

Conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), essas informações poderão ser compartilhadas com a devida autorização. Assim, fintechs terão a possibilidade de oferecer ainda mais praticidade e benefícios, como taxas mais baixas.

Para falar mais sobre como está sendo o processo de implementação do open banking, compartilhamos com você as etapas deste sistema que é uma das grandes apostas do BC.

Fases do open banking

O funcionamento pleno do sistema financeiro aberto está previsto para o final de 2021. A implementação de cada etapa segue um cronograma disponível pelo próprio Banco Central. Confira a seguir:

Fase 1

O pontapé para a implementação do open banking foi dado em 1 de fevereiro de 2021. Na primeira fase, conhecida também por Open Data, as instituições participantes tiveram que compartilhar entre si informações sobre produtos, serviços e taxas cobradas. Compartilharam igualmente seus horários de atendimento e os canais utilizados para falar com seus clientes.

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Também nesta primeira etapa do open banking os clientes puderam fazer uma melhor comparação de produtos e serviços financeiros.

Fase 2

A segunda fase de implementação do open banking deveria ter iniciado dia 15 de julho, mas precisou ser adiada para 13 de agosto. A etapa é focada em aumento de segurança e na proteção ainda maior dos dados dos clientes.

Importante ressaltar que nenhum compartilhamento de dados é feito sem o consentimento do consumidor. E é justamente na fase 2 que cada pessoa pode compartilhar suas informações – tais como transações financeiras, operações de crédito e outras – com as instituições financeiras participantes.

Fase 3

Em 29 de outubro de 2021 ocorre a terceira etapa de implementação do open banking. A partir dessa data, os clientes poderão ter acesso ao encaminhamento de proposta de crédito e transações de pagamento entre as instituições financeiras participantes.

Dessa maneira, o cliente ganha autonomia para acessar os serviços financeiros de sua escolha, sendo que ele pode escolher a instituição financeira que desejar para envio de propostas de crédito (ou seja, o consumidor não fica mais atrelado ao banco em que é correntista).

Fase 4

A última fase de implementação do open banking acontece em 15 de dezembro de 2021. Nela, haverá a inclusão de novos dados que poderão ser compartilhados, como previdência privada, contratação de operações de câmbio, seguros e investimentos, serviços de credenciamento e outros. Para o cliente, isso se traduzirá em produtos e serviços ainda mais personalizados.

A quarta etapa também sugere a entrada do conceito de open finance, considerada uma evolução do open banking. Conforme explicamos neste post, se por um lado o open banking busca mudar a maneira como o sistema bancário funciona, impactando diretamente bancos e fintechs, por outro o open finance amplia essa mudança para todo o sistema financeiro.

Quando falamos em “todo o sistema financeiro” nos referimos a organizações como fundos de previdência, corretoras de seguros etc., desde que obedeçam a regras pré-estabelecidas.

Open banking e as rotinas financeiras da sua empresa

Com a conclusão de todas as fases do open banking, empresas terão mais autonomia ao decidirem com quais instituições bancárias compartilharão seus dados. Além disso, poderão ter rotinas financeiras simplificadas, uma vez que a troca de informações contábeis será facilitada.

Falando em facilidades, como o open banking viabiliza a integração dos sistemas bancários com as fintech, torna do mesmo modo viável a automação dos processos de contas a pagar. Para entender, apresentamos o exemplo da própria Transfeera.

Somos uma fintech open banking de gestão de pagamentos online. Como nossa solução está integrada com a Caixa, o Itaú, o Sicoob, o Sicredi, o Santander, o Bradesco e o Banco do Brasil, nossos clientes conseguem realizar pagamentos para esses bancos sem ter que pagar altas taxas com transferências de TED e DOC.

Acrescentamos ainda que a Transfeera automatiza as transferências de valores de uma empresa para os seus parceiros, realiza operações em lote e oferece também uma solução de validação de dados bancários, a qual evita transações com dados incorretos. Para empresas que precisam cobrar seus clientes via Pix,, desenvolvemos também a ContaPix.

Na prática isso quer dizer que nossos clientes contam com uma solução de pagamentos online ágil e com validação bancária por meio de API. E, claro, com taxas muito menores do que as oferecidas pelos bancos. Colocando em outros termos, confirmamos o que comentamos no início deste post: já adotamos o conceito de open banking muito antes de ele virar realidade.

Portanto, já que o open banking, ou até mesmo o open finance, trarão mais agilidade aos processos financeiros, você pode começar agora mesmo a utilizar serviços menos burocratizados.

Conheça mais sobre a Transfeera.

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