Processamento de Pagamentos
Quais as melhores formas de pagamento para e-commerce?

Quais as melhores formas de pagamento para e-commerce?

Rafael Negherbon

Rafael Negherbon

O comércio digital está com tudo no Brasil. Como mostra esta matéria, as lojas virtuais seguem batendo recordes de vendas. Por isso, uma questão muito importante a ser respondida é com relação às melhores formas de pagamento para ecommerce e marketplace.

Para encontrar a resposta e atrair um número cada vez maior de consumidores ao seu negócio, invista alguns minutos na leitura deste artigo.

Quais são as principais formas de pagamento para ecommerce?

Os meios de pagamento disponibilizados pelo negócio digital dependem de aspectos estratégicos. Para melhor explicarmos, separamos a seguir os principais métodos utilizados por clientes para realizarem pagamentos em lojas virtuais. Confira:

Boletos

Os boletos já foram vistos como uma das melhores formas de pagamento para ecommerce no passado. Contudo, hoje em dia, com opções mais práticas como o Pix, estrategicamente falando o método pode ser desvantajoso para negócios online.

Um de seus pontos negativos mais expressivos é a demora na operação, pois os boletos podem levar até dois dias para serem compensados. Com o “efeito Amazon” tornando clientes cada vez mais exigentes principalmente quanto ao prazo de entrega, essa espera para saber se o boleto foi pago acaba atrasando todo o processo.

O tempo levado para compensação tem outra desvantagem: produto parado no estoque. Quando o cliente opta pelo boleto, aquela determinada mercadoria fica reservada para ele até que expire o prazo para pagamento. Isso significa que, caso haja desistência na compra, o produto ficou reservado e deixou de ser vendido para outra pessoa.

Outro ponto que os e-commerces tentam reverter – e no qual os boletos não ajudam – são os produtos parados nos carrinhos. No intervalo de tempo para pagar um boleto até que ele expire, o cliente pode mudar de ideia e desistir da compra, ou até mesmo procurar pelo produto em outros locais.

Pix

Os comércios digitais que mais se destacam já entenderam a importância do Pix. Em tão pouco tempo de uso (ele começou a funcionar em 20 de novembro de 2020) o meio de pagamento instantâneo já é o segundo mais utilizado pelos brasileiros.

A informação vem de uma pesquisa realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) em conjunto com o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), em parceria com o Sebrae. De acordo com o estudo, o Pix (70%) só perde para o dinheiro, que é usado por 71% dos entrevistados. Cartão de débito (66%) e cartão de crédito (57%) aparecem em seguida.

A rapidez com que o pagamento é efetuado, além de acelerar os processos de entrega do produto, ajudam no fluxo de caixa da empresa. Essa velocidade também faz com que a empresa consiga gerar melhor seu estoque e, assim, não correr o risco de perder a venda de uma mercadoria por ter que esperar o tempo de compensação do boleto.

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Vale destacar que com o Pix Cobrança os lojistas oferecem uma opção similar aos boletos bancários aos seus clientes. Isso porque a modalidade permite o pagamento via Pix em uma data futura, com inserção de informações relacionadas a vencimento, multa e taxas de juros (como se fosse um boleto tradicional).

Ainda no caso do Pix Cobrança, a modalidade ganha em atratividade pelo fato de o lojista receber o pagamento no momento em que a transação é realizada.

Por essas e outras vantagens – com as que explicamos neste artigo – o Pix recebe posição de destaque quando tratamos das melhores formas de pagamento para ecommerce.

Cartão de crédito

Se por um lado cresceram as compras em lojas virtuais, por outro aumentou o uso do cartão de crédito. A vantagem para o e-commerce é que, assim como no Pix, a compra é aprovada em segundos. Todavia, pode haver um tempo entre a efetuação da compra e o recebimento do valor. Como consequência, a empresa perde capital de giro.

Outro ponto negativo são as taxas cobradas pelas operadoras de cartão, adquirentes e bandeiras. Há ainda o chargeback, situação em que o cliente solicita reembolso da compra depois de ela ter sido autorizada.

Também, não podemos esquecer que o aumento nas fraudes de cartão de crédito, como clonagem, pode enfraquecer o uso desse meio de pagamento.

Cartão de débito

Assim como o que ocorre com o cartão de crédito, ao receber via débito o dinheiro entra em segundos na conta do e-commerce. Para acessar o recurso, porém, o comércio digital precisa assinar convênios diretamente com os bancos. A desvantagem é que as instituições bancárias podem cobrar taxas pouco convidativas.

Transferências

Nas transferências online o lojista pode receber o pagamento em questão de horas. Entretanto, os compradores geralmente têm um certo receio com relação a esta forma de pagamento por um grande motivo: a necessidade de arcar com as taxas de transações bancárias.

Gateways

São sistemas que conectam adquirentes com as bandeiras. Graças aos gateways de pagamentos, os lojistas podem dar aos seus clientes a possibilidade de pagarem via cartão de crédito e débito.

Para o e-commerce, a desvantagem dos gateways é que os pagamentos são recebidos da mesma maneira em que a compra foi efetuada. Ou seja, se o cliente parcelar em cinco vezes, a empresa receberá o valor da mesma maneira.

Como as formas de pagamento impactam as vendas?

As melhores formas de pagamento são aquelas que atraem os consumidores. Por isso, entender o perfil do público do seu ecommerce é essencial. A análise de mercado também ajuda muito nessa definição.

Por exemplo, se seus concorrentes começaram a adotar o Pix, deixar de oferecê-lo como forma de pagamento poderá afastar possíveis clientes. Uma outra questão igualmente importante a avaliar é a facilidade do usuário em utilizar determinado meio de pagamento.

A lógica aqui é simples: quanto mais facilidade seu cliente tiver em realizar uma compra, mais você venderá.

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Como escolher as melhores formas de pagamento para ecommerce?

Como comentamos, tudo depende de seus objetivos estratégicos. Via de regra, uma boa análise, estudando o perfil do público e verificando o que seus concorrentes estão fazendo, é levar em consideração também itens como:

  1. Taxas de cobrança
  2. Prazos para recebimento
  3. Acessibilidade
  4. Segurança para o lojista e cliente

Observando esses quatro pontos, podemos ver que, das melhores formas de pagamento para e-commerce, o Pix é o meio que se destaca.

Se seu comércio eletrônico deseja otimizar o fluxo de pagamentos e oferecer aos clientes a modalidade que tem se tornado mais atrativa para lojistas e consumidores, a solução da Transfeera pode ajudar.

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