Segundo a Serasa Experian, quase 77 milhões de consumidores e mais de 7 milhões de empresas brasileiras estão inadimplentes. Esses números, apresentados pela Gazeta do Povo nesta notícia, reforçam a urgência do tema para negócios de todos os portes.
Quando um cliente atrasa um pagamento, isso compromete o fluxo de caixa e o capital de giro. Em um cenário pessimista, empresas que possuem alto índice de inadimplência não conseguem arcar com suas obrigações, afetando, inclusive, a capacidade de sobrevivência.
Sabemos que a inadimplência nas empresas é um problema difícil de eliminar. No entanto, há alguns fatores que, quando bem conhecidos, monitorados e estruturados, ajudam a reduzir significativamente o risco e tornam o processo de cobrança muito mais eficiente.
A seguir, entenda que fatores são esses e veja o que você pode fazer para reduzir a inadimplência em 2026.
O que é inadimplência e por que ela impacta tanto as empresas
Quando um cliente deixa de pagar na data acordada pelos produtos ou serviços que adquiriu, ele entra em atraso. Dependendo da política da organização, o atraso pode evoluir para inadimplência após determinado período.
Nesse caso, como a empresa deixa de receber um valor previsto, toda a dinâmica financeira é afetada. Ou seja, o caixa fica mais apertado, a previsibilidade diminui e decisões importantes ficam mais difíceis de planejar.
Além disso, a inadimplência aumenta os custos operacionais. Basta pensar no que acontece quando o controle dos recebimentos é feito manualmente. No mínimo, cada pagamento atrasado requer esforço de colaboradores para localizar informações, conferir planilhas, reemitir cobranças ou entrar em contato com o cliente.
Esse esforço é considerado como um custo invisível, pois embora ele não apareça nos relatórios financeiros, consome um tempo precioso das equipes envolvidas.
Como inadimplência afeta fluxo de caixa, margem e crescimento
A inadimplência impacta diretamente três pilares fundamentais da saúde financeira de qualquer empresa: fluxo de caixa, margem e capacidade de crescimento.
Sem dúvidas, o efeito imediato é no fluxo de caixa, afinal, o dinheiro previsto não entra na data certa. Dependendo do nível de inadimplência, a empresa precisa realocar recursos, adiar pagamentos ou até recorrer ao crédito para manter a operação funcionando.
Na margem, o impacto vem dos custos adicionais que um atraso gera. Cada cobrança fora do prazo exige retrabalho: renegociações, conciliação manual, ligações, verificações e envio de novas cobranças. Tudo isso consome tempo das equipes e aumenta o custo por cliente, o que indiretamente reduz a rentabilidade daquela venda ou contrato.
Outro pilar é a capacidade de crescimento. Como a empresa perde a previsibilidade de receita, a incerteza sobre os recebimentos reduz o espaço para realizar investimentos e assumir riscos.
Por tudo isso, não é exagero algum dizer que a inadimplência não é só uma questão de cobrança, pois, no fim do dia, ela influencia diretamente a competitividade e a sustentabilidade do negócio.
Diferença entre atraso, inadimplência e perda esperada
Na gestão de cobranças, além da inadimplência existem o atraso e a perda esperada. Entender cada um dos conceitos é importante para saber adotar a estratégia correta e evitar tratamentos genéricos que não resolverão o problema.
Dê uma olhada nas diferenças entre eles:
- Atraso: toda empresa tem uma janela aceitável para considerar um pagamento “em atraso”. Nessa fase, a recuperação do valor é considerada como altamente provável. Boas práticas como lembretes automáticos, reenvio da cobrança, oferta de opções de pagamento e comunicação clara costumam resolver rapidamente a maioria dos casos. É importante agir com rapidez e eficiência para evitar que o atraso vire um problema mais sério.
- Inadimplência: passado o período de atraso, a probabilidade de recuperação diminui significativamente. Nesse cenário, o cliente torna-se inadimplente. A partir daqui, o impacto sobre o fluxo de caixa e a margem se torna mais evidente.
- Perda esperada: o último conceito diz respeito a um valor que a empresa, estatisticamente, projeta que não será recuperado. Esse indicador é chamado de perda esperada e ajuda a prever riscos e a calibrar políticas de crédito, preços e regras de cobrança.
Principais causas de inadimplência nas empresas
A inadimplência pode ser causada por um problema financeiro do cliente. Entretanto, muitas vezes a causa raiz está dentro de casa. Entenda:
Falhas no cadastro e dados bancários incorretos
Informações desatualizadas ou preenchidas incorretamente – como chave Pix, CPF, CNPJ, e-mail, telefone, conta ou agência – geram cobranças inválidas, devoluções e falhas de comunicação.
Sem um sistema de validação automática, esses erros inviabilizam o pagamento e somente são descobertos depois do atraso.
Métodos de pagamento que geram atrito
Existe uma tendência muito comum entre clientes que encontram dificuldade para pagar: eles deixam o pagamento para depois. O problema disso é quando esse “depois” vira atraso que, então, se transforma em inadimplência.
Jornadas complexas, checkouts pouco intuitivos ou necessidade de muitos cliques aumentam a probabilidade de abandono e inadimplência. Uma dica para agilizar o pagamento é oferecer aos clientes uma experiência mais simplificada como o pagamento via Pix.
Falta de recorrência e automação na cobrança
Clientes com pagamentos recorrentes (mensalidades, assinaturas) precisam de praticidade. Isso significa tornar mais fácil o processo para eles pagarem.
Quando a empresa depende de envios manuais, planilhas ou lembretes feitos “na mão”, qualquer falha no processo vira atraso. Já do lado do cliente, a falta de automação na cobrança exige que ele tenha que buscar o boleto, inserir seus dados de pagamento ou lembrar da data.
Por outro lado, um modelo automatizado, com Pix Automático, boletos recorrentes ou débito automático, deixa o pagamento quase imperceptível na rotina do pagador. Assim, enquanto a empresa ganha previsibilidade, o cliente ganha conveniência.
Ausência de lembretes e lógica de reenvio automático
A inadimplência muitas vezes nem é uma intenção do cliente. Ela ocorre por puro esquecimento mesmo. Isso acontece quando a empresa não envia lembretes automáticos antes, no dia e após o vencimento.
O mesmo vale para o reenvio automático da cobrança, pois sem uma lógica configurada, a equipe precisa reenviar manualmente links, boletos ou QR Codes, o que consome tempo e aumenta o risco de falhas.
Conciliação manual que atrasa identificação de inadimplentes
Um time financeiro que precisa se perder em planilhas para identificar quem pagou, quem está atrasado e quem já entrou na inadimplência tem um processo de cobrança lento.
Em muitos casos, a demora para identificar os inadimplentes e enviar lembretes diminui a chance de recuperação do valor. É aí que a conciliação automatizada faz a diferença, pois permite agir rápido e com mais precisão.
Como mapear riscos de inadimplência no seu negócio
Se não é possível acabar com a inadimplência, é possível – e recomendado – mapear seus riscos para agir de forma preventiva.
Tenha em mente que, a partir do momento em que a empresa entende onde estão os maiores pontos de atenção, consegue priorizar ações e antecipar problemas antes que eles se tornem perdas.
A seguir, veja como fazer esse mapeamento:
Análise de histórico e comportamento de pagamento
Analise o histórico do cliente e verifique com que frequência ele atrasa. Por exemplo, um bom pagador que deixou uma fatura vencer pode simplesmente ter esquecido. Para esse caso, o contas a receber pode enviar um lembrete rápido ou facilitar a emissão da segunda via do boleto.
Já clientes que apresentam atrasos recorrentes exigem uma atenção diferente: talvez precisem de mais opções de pagamento, um fluxo de cobrança mais próximo ou até ajustes nas condições comerciais.
Identificação de clusters de clientes com maior risco
Outra dica é analisar quais tipos de serviços ou produtos têm maior incidência de atraso e se há padrões por região, canal de venda ou método de pagamento.
Dependendo da situação, a empresa pode adotar ações específicas para cada perfil. Clientes novos, por exemplo, podem demandar atenção extra nos primeiros meses para confirmar se os dados estão corretos e se o fluxo de pagamento faz sentido para eles.
Já clientes antigos, com histórico positivo, podem ser tratados com uma comunicação mais simples e direta.
Indicadores essenciais: atraso médio, tempo de recebimento, índice de recuperação
A saúde dos recebimentos é facilmente analisada por meio de indicadores. Entre os principais que você pode acompanhar para minimizar a inadimplência, destacamos:
- Atraso médio: quantos dias, em média, o cliente leva para pagar após o vencimento.
- Tempo de recebimento: intervalo entre emissão da cobrança e entrada efetiva do valor no caixa.
- Índice de recuperação: percentual de valores atrasados que, de fato, são recuperados.
Ao monitorar essas métricas, é possível identificar gargalos e acompanhar a evolução da inadimplência. Também é uma ótima maneira de averiguar se as ações para reduzi-la estão surtindo efeito.
O papel de times de produto e dados na prevenção
Engana-se quem pensa que a inadimplência é um problema exclusivo do time de cobrança. As equipes de produto e de dados também têm um papel fundamental na prevenção.
Isso porque a equipe de produtos pode simplificar telas, reduzir as etapas de checkout, melhorar a experiência de pagamento, identificar gargalos e integrar meios de pagamento mais eficientes, como Pix Automático para pagamentos recorrentes.
Já os especialistas em dados constroem modelos preditivos capazes de antecipar quem tem maior probabilidade de falhar no pagamento. Isso é fundamental para que as equipes de cobranças identifiquem potenciais inadimplentes com antecedência e atuem na mitigação do risco.
Estratégias para reduzir inadimplência em empresas
Com os riscos mapeados, vem a “mão na massa”. Aqui, o foco é estruturar ações práticas para reduzir atrasos e melhorar a previsibilidade dos recebimentos.
Confira algumas dicas:
Simplificar meios de pagamento: Pix, recorrência e boleto inteligente
Para os casos em que a inadimplência acontece por esquecimento ou porque a sua empresa dificulta a vida do cliente, a melhor maneira de reduzir atrasos é tornar o pagamento o mais simples possível.
A regra é: quanto menos passos, menos cliques e menos barreiras, maior a chance de o cliente pagar no prazo.
O Pix, por exemplo, elimina fricções, já que o cliente paga na hora, sem depender de compensação bancária ou de acessar uma plataforma adicional. Já a recorrência, seja via Pix Automático, boleto recorrente ou cartão de crédito, automatiza o processo, evitando que o cliente precise lembrar da data todos os meses.
O boleto inteligente também é um aliado importante. Com a possibilidade de adicionar QR Code Pix, ele oferece mais conveniência e reduz erros de emissão e devoluções.
Criar jornadas de cobrança sem atrito
Uma das boas práticas da gestão de cobrança é definir jornadas. Entenda:
- Aviso prévio: enviar um lembrete XX dias antes do vencimento. Se for o caso, o lembrete já pode ser enviado com o link para pagamento ou o QR Code Pix.
- Cobrança imediata: enviar um lembrete no dia do vencimento.
- Follow-up pós-vencimento: criar uma régua de cobrança (1 dia, 3 dias, 7 dias após o vencimento). Cada etapa deve manter um tom cordial, reforçar a importância da regularização e continuar oferecendo opções práticas de pagamento.
Validar dados antes de enviar cobranças
O erro de cadastro é uma das principais causas de falha de pagamento. A dica aqui é utilizar um validador de dados bancários e chaves Pix no onboarding, a fim de garantir que a cobrança chegue ao usuário correto e que a empresa não perca tempo com retornos, devoluções ou cobranças enviadas para contatos inválidos.
Quando essa validação não acontece no início da jornada, o time de cobrança pode se deparar com e-mails incorretos ou dados bancários digitados de forma equivocada.
Dica Transfeera: aproveite que está aqui e veja como empresas de tecnologia podem melhorar o onboarding e escalar operações de pagamentos. Baixe o e-book:
Boas práticas para times de produto, financeiro e operação
Reduzir a inadimplência é um trabalho que exige esforços dos times de produto, operações, e financeiro. Cada time atua em um ponto diferente da jornada do cliente, como explicamos a seguir:
- Produto: responsável por estruturar a experiência do usuário desde o primeiro contato. Isso inclui criar um onboarding que valida dados do cliente, garantindo que informações pessoais, de contato e bancárias sejam conferidas logo no cadastro. Esse cuidado reduz cobranças enviadas para e-mails errados, falhas por dados incorretos e problemas de comunicação ao longo da relação.
A equipe também atua na redução de fricção nas telas de pagamento, revisando fluxos, textos e interfaces para torná-los mais intuitivos. - Operações: faz o acompanhamento do dia a dia. É o time que utiliza os dados de status das transações para agir sobre as exceções, orientar clientes em caso de falhas, acompanhar pagamentos pendentes e garantir que os fluxos definidos por produto e tecnologia estejam funcionando na prática.
- Financeiro: atua na definição de políticas de cobrança, escolha dos métodos de pagamento mais adequados ao perfil do cliente e acompanhamento dos indicadores de inadimplência. Também é responsável por analisar recorrências de falhas, identificar gargalos e retroalimentar os demais times com dados que ajudem a ajustar processos e fluxos.
Modelos de cobrança que reduzem drasticamente inadimplência
Existem alguns modelos de cobrança que ajudam consideravelmente a reduzir a inadimplência nas empresas:
Pix Automático ou pagamentos instantâneos programados
O Pix Automático permite que o cliente autorize pagamentos automáticos, eliminando a necessidade de gerar ou enviar cobranças todo mês.
Ele autoriza uma única vez e todos os meses (ou conforme a periodicidade combinada), a sua empresa só precisa gerar a cobrança. O dinheiro sairá diretamente da conta do cliente sem que ele precise realizar nenhuma outra ação além da autorização inicial.
Para saber mais, aproveite e leia o Guia completo do Pix Automático.
Boleto com validação automática + recorrência
O boleto continua sendo um método importante de cobrança para as empresas.
Quando combinado com validação automática de dados e reemissão recorrente, ele reduz falhas e permite que a empresa mantenha uma cadência de cobrança consistente. O QR Code Pix incorporado ao boleto também aumenta a conversão, pois facilita o pagamento.
Cobrança via API integrada ao produto
Integrar o fluxo de cobrança diretamente ao produto via API traz uma experiência mais fluida para o cliente e mais controle para a empresa, além de reduzir retrabalho e concentrar toda a jornada de pagamento em um único ambiente.
Com isso, sua empresa consegue acionar cobranças com base em eventos (uso, upgrades, limitação de acesso), disponibilizar links ou QR Codes dentro da própria plataforma e acompanhar o status de pagamentos em tempo real.
Este último ponto é fundamental para agir rapidamente diante de falhas – como pagamentos não concluídos ou inconsistências –, evitando que um problema técnico ou operacional se transforme em inadimplência.
Vale destacar ainda que, quando o status é monitorado no momento em que a transação acontece, é possível reemitir cobranças ou enviar alertas preventivos ao cliente.
Regras de antifraude e validação de titularidade
Em muitos casos, a inadimplência é uma consequência de fraudes ou de dados bancários inconsistentes/inválidos.
Por isso, aplicar regras de antifraude e validação de titularidade é fundamental para garantir que a cobrança seja enviada à pessoa certa e que seja processada corretamente.
No caso da plataforma de pagamentos da Transfeera, esse processo vai além de verificações básicas:
- Avaliação de risco em tempo real: a Transfeera aplica mecanismos inteligentes que atribuem um score às transações com base no perfil e no comportamento do usuário. Assim, é possível diferenciar operações legítimas de potenciais fraudes, reduzindo perdas sem aumentar falsos positivos.
- Verificação documental avançada no onboarding: utilizamos técnicas de análise pericial e validação documental capazes de identificar identidades falsas ou sintéticas já no momento do cadastro, antes que elas avancem para a jornada de pagamento.
- Painel de contestações: oferecemos uma ferramenta completa para análise de incidentes, permitindo que os clientes acompanhem, documentem e respondam rapidamente a casos de fraude ou erros operacionais. Isso traz agilidade, transparência e assertividade ao processo.
Como a Transfeera ajuda empresas a reduzir inadimplência
A infraestrutura da Transfeera foi construída para fortalecer a jornada de cobrança, aumentar a previsibilidade e eliminar falhas que geram atrasos. Veja como:
Validação de dados bancários
Erros de cadastro são uma das principais causas de falhas em pagamentos e cobranças. É justamente por isso que a Transfeera oferece validação automática de dados bancários e chaves Pix.
Com essa verificação, a sua empresa evita devoluções por conta de informações incorretas, cobrança enviada para destinatários errados ou contas laranjas, retrabalho de times financeiros e atrasos causados por inconsistências simples de resolver.
Conheça o ContaCerta, a solução de validação de dados bancários da Transfeera!
Emissão e leitura de boleto automatizada
Ao integrar a emissão de boletos via API, sua empresa ganha um processo muito mais simples e direto: os boletos são gerados automaticamente dentro do próprio sistema, sem intervenções manuais e sem risco de erros no preenchimento.
A leitura dos pagamentos também acontece automaticamente. Assim que o banco confirma a quitação, a informação retorna para a plataforma em segundos — nada de conciliações demoradas ou conferências manuais.
Com essa visibilidade imediata, o time financeiro consegue saber rapidamente quem pagou e quem ainda está pendente, ajustando a régua de cobrança no momento certo. Isso evita atrasos na comunicação, melhora a experiência do cliente e aumenta a eficiência do processo como um todo.
Pagamento automatizado e recorrente (Pague Boleto + Pix)
A plataforma da Transfeera também permite automatizar pagamentos utilizando dois meios estratégicos:
- Pague Boleto: você pode subir uma planilha com vários boletos de uma só vez e efetuar todos os pagamentos em lote, seja pela plataforma ou via API. Isso reduz etapas manuais, evita erros e centraliza toda a gestão.
- Pix (via plataforma ou API): o Pix da Transfeera permite realizar pagamentos instantâneos convencionais ou recorrentes (Pix Automático) – unitários ou em lote – diretamente pela plataforma ou de forma programada via API.
APIs para construir fluxos inteligentes de cobrança no próprio produto
As APIs de pagamentos permitem integrar a jornada de cobrança diretamente ao seu ERP, plataforma ou sistema interno, eliminando processos manuais e reduzindo falhas operacionais.
Com essa integração, sua empresa consegue emitir cobranças, realizar pagamentos e acompanhar o status das transações dentro de um único ambiente.
Uma das principais vantagens é a visibilidade em tempo real: por meio de webhooks, o sistema recebe atualizações instantâneas de cada transação. Isso facilita o acionamento de réguas de cobrança, o reenvio de links de pagamento e a tomada de decisão rápida quando há inadimplência.
Além disso, as APIs da Transfeera seguem padrões modernos de integração, com documentação completa e acessível e rastreabilidade, dando mais segurança e previsibilidade para empresas que precisam vencer o desafio da inadimplência.
Quer transformar a sua gestão de cobranças? Então aproveite e conheça a plataforma de pagamentos da Transfeera!





