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Do escambo ao Open Banking: a evolução do dinheiro e dos meios de pagamento

Do escambo ao Open Banking: a evolução do dinheiro e dos meios de pagamento

Fernando Nunes

Fernando Nunes

A evolução do dinheiro está conectada ao movimento econômico e a vida das pessoas ao longo dos séculos. De acordo com o livro “História do Pensamento Econômico”, escrito por Ricardo Feijó, relatos sobre economia são encontrados nos mais antigos textos já documentados.

Sendo assim, ao observarmos os modernos meios de pagamentos, não podemos esquecer que, para chegar neles, foram necessárias várias adaptações no decorrer dos séculos. Durante todas as fases econômicas, a humanidade sempre utilizou diferentes mecanismos nas relações comerciais. Neste artigo, abordaremos os principais:

  • Escambo;
  • Moedas;
  • Papel-moeda;
  • Moedas fiduciárias;
  • Cheques;
  • Cartões de crédito;
  • Transações eletrônicas;
  • Criptomoedas;
  • Pagamentos instantâneos;
  • PIX;
  • Open banking.

Neste conteúdo, ajudaremos você a descobrir as razões que levaram a sociedade a tentar novos tipos de mecanismos financeiros.

Dessa forma, ficará mais fácil entender como chegamos ao open banking e o que esperar do futuro do universo financeiro. Está preparado para essa imersão na história do dinheiro? Então, acompanhe os próximos tópicos!

A evolução do dinheiro

A evolução do dinheiro é algo surpreendente e fascinante. Como dito na introdução, essa trajetória se confunde com o percurso econômico feito pela sociedade.

Sendo assim, conhecer a história do dinheiro significa descobrir sobre importantes vivências financeiras desfrutadas pela humanidade. A seguir, analisaremos as principais fases dessa história.

1.1  Escambo: o início de tudo 

O escambo (termo dado a troca de mercadorias) apareceu no mundo durante o período Neolítico (conhecido como pré-história). Por meio de registros históricos preservados, percebemos que a troca de mercadorias não necessariamente se baseava em valores equivalentes.

Por exemplo, um pescador trocava os peixes, que não fosse consumir, pelo milho excedente da colheita de um agricultor – sem pesos e medições. Com o tempo, a humanidade começou a usar sal, carne, couro, especiarias, ouro, prata, etc., como moedas de troca.

A palavra “salário”, por exemplo, se origina do tempo em que o sal era algo muito precioso para o comércio e também usado no pagamento pelos serviços de diversos profissionais.

Foi esse sistema de trocas que os portugueses encontraram no Brasil quando tiveram os primeiros contatos com os índios. Segundo o livro “Do escambo à Escravidão”, escrito por Alexandre Marchant, os indígenas fundamentaram a estruturação econômica do Brasil colonial por meio do escambo.

Porém, o uso de mercadorias como moeda tinha as suas limitações. Uma delas era que certos tipos de alimentos estragavam rápido e os valores de determinados itens eram modificados a todo o instante.

Acrescente a isso, o crescimento populacional e a consequente elevação da complexidade comercial do mundo. Nesse contexto, o escambo não se sustentou e começou a perder espaço para uma nova espécie de mecanismo financeiro: as moedas metálicas.

1.2  As primeiras moedas metálicas

Para fazer frente às novas necessidades econômicas, surgiram as moedas metálicas. As primeiras que se tem conhecimento foram encontradas na China e identificadas como sendo do período Chou (1122-256 A.C).

Elas eram feitas de bronze e tinham diferentes formas: peixe, faca, chave, concha e até enxada. No continente africano, historiadores descobriram as manilhas (moedas-argolas). Mas foi na Grécia antiga que as moedas metálicas ganharam fama e se firmaram como principal instrumento para relações comerciais.

A vantagem das moedas metálicas em relação ao escambo é que tinham um valor e peso definidos. Além de serem cunhadas com uma marca (figura de um imperador, animal, etc.) que garantia o valor delas. Essa padronização de quantias deu tão certo que as moedas são utilizadas até hoje.

A partir de então, os comerciantes podiam determinar quantas moedas valiam uma determinada mercadoria. Apesar dessa praticidade, as moedas metálicas apresentaram algumas deficiências para o mundo comercial.

A principal delas tinha a ver com a mobilidade e a segurança. Com o aumento das navegações marítimas e do comércio internacional, era perigoso e difícil carregar grandes quantias de moedas.

Além de pesadas, muitos criminosos ficavam à espreita para roubá-las – vale lembrar dos históricos ataques de piratas aos navios comerciais. A solução para esses desafios não estava no desaparecimento das moedas metálicas, mas na fabricação de outra alternativa de dinheiro: o papel-moeda.

1.3  O papel-moeda

O papel-moeda surgiu como um certificado emitido pela casa de custódia (banco primitivo) que tinha um valor equivalente a um montante acumulado. Funcionava assim: os ricos negociantes (donos das casas de custódia) tinham cofres e guardas armados à sua disposição.

Sendo assim, aceitavam a responsabilidade de cuidar de bens dos seus clientes (moedas, ouro, prata, jóias e outros objetos valiosos). Com o recibo escrito indicando o valor da sua fortuna, os donos dos bens faziam diversas relações comerciais.

Por não haver mais a necessidade de carregar “dinheiro vivo”, os certificados caíram nas graças da sociedade. Com o aumento da sua utilização, as casas de custódia – que ganharam o nome de bancos – passaram a emitir o papel-moeda (na época chamado de bilhetes de banco).

Aos poucos, tanto o papel como as próprias moedas começaram a ser produzidas, controladas e distribuídas pelos governos nacionais, tendo um banco central como órgão responsável.

Foi nesse cenário que o papel-moeda deixou de ser unicamente um certificado que atestava o bem guardado para se tornar algo mais adequado à realidade econômica da era da revolução industrial: a moeda fiduciária.

No Brasil, os primeiros papéis-moedas foram produzidos em 1810, pelo Banco do Brasil, devido à chegada da corte portuguesa em solo nacional.

1.4  As moedas fiduciárias

O crescimento do proletariado (classe trabalhadora) no século XX, sobre os moldes da revolução industrial, fez com que mais pessoas precisassem ingressar no mercado econômico. Nem todas tinham bens e riquezas acumuladas para serem revertidas em papel-moeda.

Em vista da necessidade de evitar falsificações e também da complexidade do novo mercado financeiro, os governos criaram as moedas fiduciárias. O valor delas não é ligado a bens tangíveis, mas a quantia que o governo e as pessoas atribuem a ela. Na prática, a moeda fiduciária é embasada em três pilares:

  • Autoridade – o governo determina o valor;
  • Utilização – aceitação do dinheiro pela sociedade;
  • Confiança – credibilidade da moeda perante investidores e instituições.

Como exemplos de tipos de moedas fiduciárias, citamos:

  • Cédulas de dinheiro;
  • Moedas;
  • Saldo bancário;
  • Notas promissórias;
  • Títulos de crédito.

Podemos incluir nessa lista o cheque – que também faz parte da evolução do dinheiro. Por isso, dedicaremos o próximo tópico a ele.

1.5  Os cheques

Os cheques se tornaram populares a partir da segunda metade do século XX, mas já eram utilizados (de forma tímida e com algumas diferenças) desde o século XVIII. A grande facilidade de movimentar valores financeiros por meio de um simples preenchimento de um papel, fez com que o cheque se adaptasse bem à moderna economia mundial.

Dentre as principais vantagens que o cheque apresenta para o sistema financeiro, podemos destacar:

  • Praticidade na movimentação de grandes somas;
  • Segurança.

Por meio de leis específicas, os governos atuam contra irregularidades, como o cheque sem fundo. Embora esse tipo de dinheiro seja, a princípio, uma ordem de pagamento à vista, existem também o cheque pré-datado (para compras financiadas) e o cheque especial (crédito entre clientes e bancos).

Algumas deficiências fizeram diminuir o uso do cheque, como:

  • Risco de carregar um talão de cheques;
  • Número limitado de cheques que podem ser emitidos (definidos pelo banco emissor);
  • Validade (normalmente um ano);
  •  Prazo para recebimento.

Outro fator que fez o cheque sair um pouco de cena foi o desenvolvimento de formas de pagamento mais práticas e rápidas. Como veremos a seguir.

1.6  Os cartões de crédito

Nos anos de 1920, algumas lojas de departamento começaram a fornecer placas de metal e cartões de cortesia para seus consumidores utilizarem em compras. No entanto, foi em 1953 com o lançamento do Diners Club, que se popularizou o uso de cartão de crédito pelo mundo.

No Brasil, o cartão de crédito chegou em 1958 por meio de um esforço conjunto feito por instituições financeiras nacionais. Surgia então o cartão ELO. Esse instrumento permite que as pessoas saquem valores, realizem pagamentos, comprem bens e serviços à vista ou em várias parcelas.

Sem dúvidas, o cartão de crédito se encaixa bem com a mobilidade moderna (é fácil de carregar), a era digital (pode ser usado por meio de dispositivos eletrônicos), além de ser prático (é preciso digitar apenas alguns dados para realizar transações).

Hoje, existem também os cartões de crédito virtuais. Normalmente, atrelados a um aplicativo de uma instituição financeira e tem data de validade mais curta. Por exemplo, um cliente pode utilizar o cartão virtual para apenas uma compra e depois cancelá-lo.

1.7  As transações eletrônicas

O cartão de crédito é um meio de pagamento eletrônico. Mas com a transformação digital, as formas de transações eletrônicas disponíveis se multiplicaram. Entre as mais conhecidas estão:

  • Transferências – TED (transferência eletrônica disponível) e DOC (documento de crédito);
  • Débito em conta;
  • Boleto bancário;
  • Cartão pré-pago, débito e private label:
  • Aplicativos de pagamentos online.

Esses tipos de transações eletrônicas beneficiam tanto os consumidores quanto as empresas, pois oferecem segurança e agilidade. Por isso, é o meio de pagamento mais utilizado pelo e-commerce (comércio eletrônico).

1.8  As criptomoedas

Um dos grandes passos da evolução do dinheiro é, sem dúvidas, a criação das criptomoedas (também conhecidas como moedas digitais ou bitcoins). Tudo começou por volta de 2008, quando um usuário da criptomoeda chamado Satoshi Nakamoto (acredita-se ser um pseudônimo) publicou, em um fórum, um documento falando sobre esse tipo de dinheiro.

O primeiro registro de mineração de bitcoin aconteceu em 2009. De lá para cá, muito tem se discutido sobre os efeitos das criptomoedas no cenário financeiro. Na prática, o dinheiro virtual funciona como o físico, mas com diferenças, como:

  •  Não existem intermediários;
  •  É descentralizado;
  • Existem em uma quantidade finita.

Por todas essas características, as moedas digitais são manipuladas mesmo sem o usuário ter uma conta no banco ou cartão de crédito. Além disso, o dinheiro é negociado sem intervenções governamentais ou institucionais. Dessa forma, não é afetado por taxas inflacionárias ou oscilações do mercado financeiro.

Sendo um dinheiro universal, protegido e seguro, muitas plataformas que vendem produtos e serviços aceitam as criptomoedas para a efetuação de compras.

1.9  Os pagamentos instantâneos e a era Pix

Chegamos a era dos pagamentos instantâneos que tem como um dos principais protagonistas o Pix. No Brasil, todas as operações instantâneas funcionam em uma plataforma gerida pelo Banco Central (BCB) chamada Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI).

Nesse aglomerado digital estão os bancos tradicionais, operadoras de cartão de crédito e demais prestadores de serviços financeiros. A grande diferença entre os pagamentos instantâneos e as transferências bancárias comuns está na agilidade.

Com apenas um dado identificador: CPF/CNPJ, e-mail, número de celular ou chave aleatória se realiza uma transação financeira. Esses dados são chamados de chaves (no PIX) e são gerenciados pelo Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT).

No Pix tudo é muito rápido. Em questão de segundos uma transferência é feita – não importa o dia e hora da semana. Isso não era possível antes da implementação dessa tecnologia, pois as transferências tradicionais tem limites de horários (restritos ao período comercial) e são feitas apenas em dias úteis.

Outro recurso utilizado nos pagamentos instantâneos é o QR Code. Com a ajuda de um aplicativo instalado em um dispositivo eletrônico, o cliente paga a conta do estabelecimento por meio da leitura do QR Code. Simples assim!

Reforçando a eficiência do Pix, o Banco Central ganhou o prêmio Fintech & Regtech Global Awards 2021, na categoria inovação de pagamento – conforme publicado em um artigo do portal de notícias Uol. Essa premiação destaca o PIX como o melhor sistema de pagamento do mundo.

Visando a melhoria dos serviços oferecidos pelo PIX, o Banco Central pretende disponibilizar novas funcionalidades, como:

  • PIX saque – realização de saques em estabelecimentos comerciais , prestadores de serviços e postos bancários;
  • PIX troco – possibilidade de transferir um valor acima do da compra e receber o troco;
  • PIX por aproximação – troca de informações entre dispositivos eletrônicos (maquininhas da cartão de crédito, celulares etc.) sem necessidade de fios e conexão, bastando a aproximação dos dispositivos;
  • PIX offline – permite que transferências sejam realizadas sem uma conexão com a internet.

Para manter a segurança das informações financeiras, o PIX utiliza tecnologias avançadas com várias camadas de proteção. A principal é a criptografia que garante que os dados só sejam identificados por quem os recebe.

Sem dúvidas, o PIX é uma nova etapa na evolução dos meios de pagamento e promete revolucionar ainda mais o cenário das transações financeiras.

1.10.O Open Banking

No atual cenário de disrupção dos tradicionais modelos de serviços financeiros, ainda faltava algo que desse a liberdade que os clientes de instituições bancárias merecem. Quando surgiu o open banking, esse desejo foi realizado.

No Brasil, o sistema ganhou regras vindas do Banco Central em abril de 2019 e as fases de implantação acontecem durante o ano de 2021. Mas o que é o open banking? Basicamente, ele permite que as pessoas sejam donas dos seus dados financeiros. Portanto, podem transferi-los para qualquer instituição financeira.

Antes do open banking, os dados e históricos financeiros de clientes ficavam na posse dessas organizações. Sendo assim, toda vez que um cliente migrava para outra empresa, pouco ou nada se sabia sobre o perfil financeiro dele.

O resultado era que o cliente demorava para receber benefícios e serviços até que a instituição o conhecesse melhor. Com esse novo sistema, a empresa recebe todos os dados do cliente e já pode liberar crédito e outras cestas de serviços.

1.10.1 O Open Banking pelo mundo

O open banking é um sistema tão confiável e inovador que já está presente em vários países ao redor do mundo. Para termos uma ideia melhor sobre essa expansão, vamos criar um panorama mundial do open banking:

  • Reino Unido – um dos primeiros a implementar o open banking no mundo. O sistema iniciou com dados de dependência e serviços bancários de conta e pagamento (OBIE);
  • Canadá – o sistema está em fase de estudo e consultas por meio do documento “Advisory Committe on Open Bancking”;
  • Estados Unidos – o Consumer Financial Protection Bureau está sendo utilizado para planejar e disciplinar o acesso de dados financeiros por meio da autorização do consumidor;
  •  Chile – Está realizando um benchmarking internacional sobre o sistema;
  • África do Sul – Acompanha o passo do desenvolvimento do open banking na Europa;
  • Índia – implantou o sistema de pagamentos instantâneos (Unified Payments Interface – UPI) e a aprovou a regulamentação dos agregadores de conta;
  • Austrália – implementou as regras sobre competição e proteção do consumidor (Consumer Data Right) no segmento bancário;
  • Rússia – divulgou os padrões para o Open Data;
  • Japão – disciplinou o compartilhamento com parceiros comerciais (Open API).

A evolução dos meios de pagamentos digitais     

Pontuando a evolução dos meios de pagamentos, conseguimos visualizar o movimento de transformação deles. Essa é a linha do tempo do tempo que mostra cada etapa de evolução:

  • 1994 – surge o primeiro pagamento online da história: a compra do CD Sting’s Ten Summoner’s Tales no NetMarket;
  • 1997 – a empresa Coca-Cola implanta o pagamento móvel por meio de mensagem de texto;
  • 1999 – a PayPal lança o serviço eletrônico de transferência financeira;
  • 2003 – o Alibaba introduz o Alipay na China;
  • 2007 – a Kenya-based M-PESA cria o primeiro sistema de pagamentos por meio de dispositivos móveis;
  • 2009 – o Bitcoin habilita pagamento com segurança e rastreabilidade;
  • 2013 – WeChat Pay é disponibilizada em uma popular plataforma de mensagens eletrônicas;
  •  2014 – a Apple Pay introduz pagamento por meio da autenticação biométrica.

Apesar dessas marcas históricas, os meios de pagamentos digitais continuam a evoluir em um ritmo alucinante. Por isso, podemos esperar o crescimento de pagamento:

  • Via aplicativos de mensagens;
  • Comando de voz;
  • Ponto a ponto (P2P);
  • Reconhecimento facial;
  • Criptomoedas.

Conte com a Transfeera

A Transfeera acompanha o movimento da evolução dos meios de pagamentos digitais desde a sua fundação em 2017. Em pouco tempo, nos tornamos especialistas em soluções e tecnologia financeira para empresas. Buscamos sempre oferecer os melhores serviços de processamento de pagamentos e recebimentos via Pix e validação de dados bancários.Dentre as funcionalidades que disponibilizamos, estão:

Pagamentos 

Esse recurso ajuda na organização dos pagamentos em lotes. Além disso, oferece a liberdade de programar as datas de execução, bem como editar, excluir e incluir novos pagamentos. Esses podem ser feitos pelo pix de forma rápida e prática.

ContaCerta 

Integração de sistema e validação automática de dados. Por meio de uma integração API, você valida os dados bancários e chaves Pix de um recebedor. Esse recurso faz ainda a verificação do documento na Receita Federal e se os dados bancários do usuário estão corretos.

Segurança

Garanta o controle, a privacidade e o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em um sistema descomplicado e nada burocrático. Entre os recursos, estão:

  • Controle de saldo – total administração e disponibilidade do dinheiro creditado na conta;
  • Usuários – cada pessoa que movimenta a conta tem um nível de acesso. A empresa pode definir administrados e operadores para gerenciar todas as movimentações;
  • Autenticação – garantia de que todos os acessos realizados na plataforma estão seguros e feitos dentro dos requisitos de níveis de acesso.

Relatórios e indicadores

Entenda como está a eficiência das suas operações financeiras por meio de informações geradas por métricas eficientes. Esses dados são disponibilizados em relatórios mensais simples, intuitivos e integrados dentro da plataforma.

Outro recurso é um dashboard (tela) que apresenta todos os indicadores da operação, cálculos e relatórios. Tais informações são exibidas em forma de gráficos que auxiliam a tomada de decisões da empresa.

Gostou de conhecer os recursos do Open Banking da Transfeera? Então, prepare-se para descobrir tudo que temos para oferecer. Entre em contato com os nossos especialistas financeiros e seja bem vindo a evolução dos meios de pagamento digitais!

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