O Brasil registrou, no primeiro semestre de 2025, uma taxa de 3,8% de suspeitas de fraude digital, a mais alta entre os países da América Latina investigados. O dado do TransUnion é um alerta claro: a cada 100 transações online que acontecem em nosso país, quase 4 são consideradas suspeitas.

Por isso, quem atua no ambiente digital, como varejistas, marketplaces, e-commerces e fintechs, deve encarar a prevenção à fraude como prioridade estratégica.

Neste guia, você vai entender como os fraudadores exploram brechas na jornada, quais os tipos de fraude mais comuns, que tecnologias ajudam a minimizar perdas e como a combinação entre validação bancária, automação e processos inteligentes pode proteger sua operação.

Como fraudadores exploram brechas em pagamentos

Para a fraude no e-commerce acontecer, não é necessária uma grande falha no sistema. Aliás, normalmente os fraudadores atuam em brechas de segurança aparentemente inofensivas, como:

  • Falhas na validação de identidade e cadastro: contas falsas, uso de documentos roubados e perfis sintéticos permitem que fraudadores façam compras, solicitem reembolsos ou movimentem valores como se fossem os titulares dos dados.
  • Verificações insuficientes na etapa de pagamento: checkout sem uma validação robusta, dados bancários divergentes, ausência de confirmação de titularidade ou regras fracas de detecção comportamental deixam transações suspeitas passarem como válidas.
  • Processos manuais e operações pouco integradas: verificações manuais de pagamentos, conciliação demorada, reembolsos feitos sem validação e fluxos de aprovação sem integração criam lacunas para os fraudadores.

Impactos para receita, marca e experiência do cliente

Segundo dados do relatório Online Marketplace Fraud Trends 2025:

  • 37% das empresas que foram vítimas de fraudes afirmaram ter sofrido danos à reputação da marca;
  • 35% observaram insatisfação e churn de clientes devido à má experiência causada por golpes;
  • 29% disseram que seus custos operacionais aumentaram por conta de retrabalho, investigações e disputas;
  • E 23% tiveram perda direta de receita e lucro.

Os dados mostram que, além de a fraude no e-commerce ser um problema financeiro, ela compromete a experiência do cliente e enfraquece a percepção de marca.

Tipos de fraudes mais comuns no e-commerce

Não tem como proteger o seu negócio e os dados dos seus clientes sem conhecer os tipos de fraudes no e-commerce. Os principais são:

  • Fraude de pagamento (cartão, Pix, boleto);
  • Fraude de identidade e contas falsas;
  • Fraude amigável (chargeback);
  • Pedidos fraudados e manipulação de dados;
  • Golpes em reembolsos, cashback e programas de incentivo.

A seguir, detalhamos cada um deles e onde estão as principais brechas.

Fraude de pagamento (cartão, Pix, boleto)

De todas as fraudes, essa é a mais clássica. Aqui, os fraudadores aplicam golpes para roubar dados e, assim, realizar compras no nome da vítima

No Pix, por exemplo, tem o golpe do Pix falso, em que o fraudador adultera a imagem do comprovante do pagamento e envia ao lojista como se a transação tivesse sido concluída.

Sem mecanismos de conferência automática ou validação bancária integrada ao fluxo de checkout, o produto é liberado e a empresa só descobre o golpe quando identifica a ausência de liquidação.

No boleto, há o golpe dos boletos falsos. Nesse caso, os fraudadores aproveitam a falta de conferência de dados essenciais para alterar a linha digitável ou criar boletos inteiros fora do sistema oficial da empresa.

Fraude de identidade e contas falsas

Ainda segundo o mesmo relatório, o sequestro de conta (account takeover) está entre os ataques que mais cresceram no último ano, afetando diretamente a experiência do cliente e a segurança da operação.

Esse golpe é uma forma de roubo de identidade em que o fraudador acessa a conta de um cliente legítimo, altera dados e realiza compras ou solicita reembolsos sem autorização.

Outro tipo comum de fraude nesse sentido envolve o uso de dados pessoais vazados para criar contas aparentemente válidas.

Ainda dentro das fraudes de identidade, há as identidades sintéticas, cada vez mais frequentes no e-commerce. Aqui, os fraudadores combinam informações reais com dados falsos para montar perfis que parecem legítimos, mas que são criados exclusivamente para realizar transações fraudulentas.

Fraude amigável (chargeback)

Este talvez seja um dos tipos mais difíceis de evitar e combater. Ele acontece quando o cliente, ou alguém com acesso ao cartão dele, realiza uma compra e, depois, contesta a transação junto à operadora.

O problema aqui é que o cliente recebe o produto, mas contesta, alegando desacordo comercial ou desconhecimento. O resultado é que ele recebe o dinheiro de volta e a empresa, além de perder o produto, precisa arcar com as tarifas de chargeback.

Pedidos fraudados e manipulação de dados

Nesta categoria de fraudes em e-commerce, golpistas alteram informações importantes do pedido de um cliente, como endereço de entrega e dados cadastrais. Eles fazem isso para que o sistema não identifique comportamentos suspeitos e histórico de transações.

Com isso, os fraudadores aproveitam as brechas operacionais para fazerem compras com valores elevados por meio de contas recém-abertas. Nesse caso, o sistema não consegue fazer comparações e identificar a possibilidade de fraude.

Golpes em reembolsos, cashback e programas de incentivo

Este é um tipo de golpe em que os fraudadores não invadem contas nem roubam dados de pagamentos. O que eles fazem é invadir sistema internos para:

  • Solicitar reembolso para contas que não pertencem ao cliente, aproveitando a ausência de validação de titularidade;
  • Alterar dados bancários antes do processamento do pagamento;
  • Criar contas falsas apenas para capturar incentivos, cupons e valores de cashback;
  • Manipular informações em campanhas promocionais, especialmente quando não existe conferência de identidade.

Como funciona a prevenção de fraudes na prática

Agora que você conheceu os principais tipos de fraudes, vamos entender como proteger o seu negócio delas. A seguir, listamos as principais boas práticas:

Análise de risco comportamental

O foco aqui é observar como o usuário se comporta na jornada de compra. Para isso, a análise comportamental considera elementos como:

  • Padrões de navegação, velocidade e sequência das ações;
  • Dispositivo e localização usados pelo cliente;
  • Histórico de tentativas de pagamento, inclusive tentativas falhas repetidas;
  • Diferença entre o comportamento atual e o comportamento anterior daquele usuário;
  • Volume incomum de atividades em um curto intervalo de tempo, especialmente em contas novas.

Para auxiliar o seu negócio neste tipo de verificação, você pode contar com plataformas de pagamento como a Transfeera, por exemplo. Uma de suas funcionalidades neste sentido permite a identificação de comportamentos incomuns já enquanto o usuário preenche dados sensíveis no checkout.

Se algo no comportamento foge do padrão – como velocidade incomum, inconsistência nas digitações ou sinais típicos de automação – o sistema identifica esse risco em tempo real e ajusta a análise antes que a transação avance.

Validação de identidade (KYC)

KYC é a sigla para Know Your Customer. Em português significa “Conheça o seu Cliente”. Na prática, o que essa ferramenta faz é garantir que a pessoa que está abrindo uma conta é realmente quem diz ser.

Trazendo o exemplo da Transfeera, o KYC é executado no momento de cadastro (onboarding). Nesta etapa, aplicamos controles robustos que fazem parte do processo de Know Your Customer, como documentoscopia, verificação documental, verificação biométrica e prova de vida, para trazer mais segurança aos nossos clientes, .

Dica Transfeera: a prevenção começa muito antes da primeira transação. Por isso, desenvolvemos um conteúdo específico sobre como empresas de tecnologia podem criar um onboarding seguro, escalável e livre de fraudes.

Acesse o material completo aqui: Onboarding eficiente para empresas de tecnologia.

Além do KYC, em seu processo de onboarding a Transfeera também adota o BC Protege+, uma iniciativa do Banco Central do Brasil voltada ao fortalecimento da prevenção a fraudes no sistema financeiro. A funcionalidade permite o compartilhamento de alertas sobre indícios de fraude entre instituições participantes, ampliando a capacidade de identificar comportamentos suspeitos e agir de forma preventiva.

Com isso, o onboarding deixa de ser apenas um processo de cadastro e passa a funcionar como uma barreira ativa contra fraudes, alinhada às diretrizes regulatórias e às melhores práticas de segurança do mercado.

Conferência de dados bancários e titularidade real

A conferência de dados bancários é essencial para garantir duas coisas:

  • Que a conta de destino realmente existe, e
  • Que ela pertence ao titular informado pelo cliente.

Sem essa validação, operações ficam vulneráveis a golpes comuns em e-commerce, especialmente em reembolsos, repasses, premiações e programas de incentivo.

A Transfeera oferece validação automática de dados bancários, conferindo antes do pagamento que a conta de destino realmente pertence ao titular informado. Isso previne golpes com contas falsas, desvios e envio de valores para contas de terceiros.

Sinais de alerta que times de risco precisam monitorar

Normalmente, existem alguns sinais que indicam que uma compra é fraudulenta ou que alguma atividade suspeita está sendo realizada no e-commerce. Abaixo, elencamos os principais:

Pedidos em grande quantidade

Na maioria dos casos, pedidos em uma quantidade que foge do padrão de comportamento do cliente devem acender o alerta. Isso porque os golpistas sabem que a pessoa irá tomar uma atitude (como cancelar o cartão) assim que tiver conhecimento de que houve roubo de dados.

Comportamento de compra anormal

Com um sistema de prevenção à fraude, é possível identificar padrões de compra de um usuário individual ou de um grupo de clientes.

Por exemplo, se já houve casos de fraude em compras realizadas durante a madrugada, o e-commerce pode adotar algum mecanismo de confirmação do pedido via e-mail para pedidos que forem realizados durante esse período.

Além disso, é importante ficar atento a padrões de compra que saiam do comum, como é o caso de um pedido em grande quantidade, um endereço de entrega suspeito, um pedido realizado de outro país etc.

Informações de contato incompletas ou suspeitas

Um endereço de e-mail ou número de telefone inexistente e informações de contato incompletas também são motivos para suspeitar. Fornecer dados inválidos ou que sejam duvidosos costuma ser uma prática de fraudadores.

Vários cartões usados em um mesmo IP

É comum que as pessoas tenham mais de um cartão. Entretanto, quando mais de um é usado ao mesmo tempo, partindo de um mesmo endereço IP, pode ser um indício de tentativa de fraude.

Ferramentas e tecnologias para reduzir fraudes

Do onboarding ao pagamento, há ferramentas e tecnologias que ajudam na redução da fraude no e-commerce. Confira alguns exemplos:

  • Sistemas antifraude e análise automática: são ferramentas que utilizam machine learning e inteligência artificial para atribuir score de risco em tempo real. Assim, elas identificam transações suspeitas antes de um pagamento ser liquidado.
  • APIs de validação de dados bancários: APIs que conferem se a conta existe, se está ativa e, principalmente, se pertence ao titular informado.
  • Mecanismos de autenticação e confirmação de identidade: uso de autenticação multifator (MFA), biometria, documentoscopia e prova de vida.
  • Conciliação automatizada para evitar inconsistências: com ferramentas desse tipo, as vendas realizadas são comparadas com os recebimentos. Ao fazer isso, o financeiro consegue identificar, por exemplo, se um boleto pago era fraudulento, se há divergências entre valor pedido e valor liquidado e situações de reembolsos duplicados.
  • Monitoramento em tempo real: análise de padrões de comportamento para  identificar transações suspeitas e evitar que elas se concretizem.
  • Device fingerprint: solução que identifica o usuário com base em seu padrão comportamental.

Entenda mais em: Saiba tudo sobre o Fingerprint e como ele pode ajudar na segurança do seu negócio.

Como reduzir chargeback e perdas financeiras

É muito difícil acabar com o chargeback. Mas é possível reduzir esse tipo de ação e, como consequência, diminuir as perdas financeiras. Aqui vão três dicas para isso:

Regras claras de venda e entrega

Uma das maneiras mais simples de reduzir chargeback é por meio de políticas claras de venda, trocas e pedidos de reembolso.

Esses documentos devem conter informações como prazos (tanto para a solicitação do cliente, quanto para o envio do valor ou do novo produto), formas de envio, as condições para solicitar reembolso e quais as responsabilidades do comprador e da empresa.

A política deve ser fácil de entender e objetiva. Lembre-se: quanto mais claro o seu negócio for quanto a isso, menores serão as chances de “desacordo comercial”. Assim, a probabilidade de ocorrer fraude amigável também diminui.

Registro e documentação de transações

O princípio é: fraudes amigáveis ocorrerão. O segredo é fazer o máximo possível para fortalecer a defesa da empresa junto às adquirentes e reduzir perdas financeiras. Algumas ações estratégicas incluem registo de documentos como:

  • Comprovantes de envio;
  • Histórico de alterações na conta;
  • Logs de autenticação;
  • Dados de comportamento no checkout;
  • Confirmação da entrega.

Uso de validação bancária para reduzir golpes em reembolsos

Segundo o relatório anteriormente mencionado – Online Marketplace Fraud Trends 2025 –, golpes iniciados pelo próprio consumidor, incluindo abuso de reembolso, chargebacks falsos e uso indevido de promoções, já superam ataques conduzidos por criminosos organizados.

Na pesquisa, 32% dos varejistas afirmaram que consumidores representam hoje sua maior ameaça de fraude, enquanto 30% apontaram fraudadores externos. Outros 38% disseram enfrentar risco equivalente vindo dos dois lados.

Esse movimento mostra que parte relevante das fraudes no e-commerce acontece no retorno do dinheiro ao cliente, em especial em fluxos de reembolso, repasse e cashback. É nesses momentos que muitos clientes mal-intencionados encontram brechas para desviar valores ou receber montantes indevidos.

É então que a validação bancária atua como uma camada adicional de proteção. Ao conferir automaticamente se a conta existe, está ativa e realmente pertence ao titular informado, a empresa garante que o reembolso será devolvido apenas ao cliente correto, bloqueando tentativas de:

  • Solicitação de reembolsos para contas de terceiros;
  • Manipulação de dados bancários após a compra;
  • Recebimentos de valores adicionais ou duplicados.

Como escolher uma solução antifraude eficiente

Uma projeção da Juniper Research sugere que as perdas globais com fraudes em pagamentos digitais podem superar US$ 91 bilhões até 2028. A cifra é resultado direto da evolução das técnicas de ataques e do uso crescente de automação por fraudadores.

Isso significa que as empresas precisam ter mecanismos antifraude “para ontem”. E como escolher a melhor solução? Explicamos nos próximos tópicos:

Critérios técnicos essenciais

Entre os recursos indispensáveis para uma solução antifraude, destacam-se:

  • Machine Learning adaptativo: modelos que aprendem continuamente com novos comportamentos suspeitos e ajustam suas regras sem dependência de intervenção manual.
  • Análise comportamental: boas soluções observam como o usuário interage, ou seja, ritmo de digitação, movimentação do mouse, geolocalização, dispositivo, horário e recorrência de tentativas. Esses sinais ajudam a diferenciar um cliente legítimo de um comportamento potencialmente automatizado ou malicioso.
  • Integração com bases externas: checagem cruzada em bases públicas e privadas – cadastros, listas restritivas, PEPs (Pessoas Politicamente Expostas, indivíduos que ocupam ou ocuparam cargos públicos relevantes) e informações de CPF/CNPJ – aumenta a precisão da análise e reduz a aprovação de perfis falsos ou identidades comprometidas.
  • Alertas e bloqueios em tempo real: fraudes acontecem rápido, e a resposta precisa ser ainda mais rápida. Sistemas que enviam sinais imediatos permitem bloquear ataques de phishing e transações suspeitas antes da liquidação, reduzindo drasticamente o impacto financeiro.
  • Validação de dados bancários: confirma se o CPF/CNPJ ou a chave Pix informados realmente pertencem ao titular da conta. Essa checagem evita pagamentos direcionados a contas incorretas ou utilizadas de forma fraudulenta, além de reduzir falhas operacionais no processo de reembolso e repasse.
  • Integração com plataforma de pagamento: a solução antifraude precisa se conectar facilmente à infraestrutura de pagamentos, evitando fricção, garantindo escalabilidade e suportando grandes volumes de análise sem queda de performance. O indicado é a integração via API de pagamento.

Cobertura de análise e tipos de fraude

Uma solução antifraude precisa analisar, de maneira integrada, os principais tipos de fraude enfrentados pelo e-commerce, como:

  • Fraude de pagamento (cartão, Pix, boleto);
  • Fraude de identidade e contas falsas;
  • Manipulação de dados no checkout ou pós-venda;
  • Chargebacks indevidos;
  • Uso indevido de cupons, cashback e incentivos.

Fatores que reduzem falsos positivos

Falsos positivos acontecem quando clientes legítimos são sinalizados como suspeitos. Muitas vezes, chegando até mesmo a bloquear suas tentativas de compra.

Portanto, ao contrário da fraude, que é uma transação ilegítima que passa, o falso positivo é uma transação legítima que é barrada.

Um bom sistema antifraude precisa se concentrar nos dois, principalmente para que bons clientes não sejam penalizados. Desse modo, uma solução robusta deve contar com mecanismos como:

  • Combinação de análise automática e revisão manual em casos limítrofes;
  • Regras ajustáveis ao perfil do negócio, permitindo calibragem fina;
  • Explicação do motivo do bloqueio, facilitando ajustes e investigações;
  • Modelos de machine learning treinados com dados atualizados, que diferenciam padrões legítimos de comportamentos suspeitos;
  • Sensibilidade configurável conforme ticket médio, risco e volume da operação.

A Transfeera utiliza análise de risco em tempo real para avaliar cada transação e gerar um score baseado no comportamento e no histórico do usuário. Essa abordagem ajuda a identificar tentativas de fraude com mais precisão, preservando a segurança da operação sem penalizar clientes legítimos.

Como a Transfeera complementa o antifraude com validação e pagamentos seguros

A solução da Transfeera engloba de forma nativa diversas funcionalidades e boas práticas para combater fraudes.

Enquanto soluções antifraude tradicionais atuam principalmente no momento da compra, a Transfeera amplia a proteção, começando no onboarding. Confira alguns dos nossos recursos para proteger o seu negócio:

  • Certificações e padrões de segurança reconhecidos internacionalmente: a Transfeera mantém a certificação PCI DSS desde 2022 e segue as normas ISO 27001 (segurança da informação) e ISO 27701 (privacidade). Esses padrões orientam toda a arquitetura da plataforma, garantindo controles rigorosos sobre armazenamento, processamento e acesso a dados sensíveis.
  • Autenticação robusta e gestão granular de acessos: o acesso à plataforma exige autenticação multifator (MFA), e as integrações via API seguem o protocolo OAuth. Os perfis de usuário (administrador, operador, analista) possuem permissões específicas, reduzindo a exposição indevida e prevenindo uso inadequado de credenciais.
  • Proteção de infraestrutura e defesa contra ataques externos: todos os endpoints públicos passam por camadas de proteção que incluem firewalls de aplicação e controles adicionais de segurança, diminuindo a superfície de ataque e mitigando riscos como exploração de APIs e tráfego malicioso.
  • Criptografia forte para proteger dados em trânsito: as comunicações utilizam criptografia TLS com chaves de 256 bits, garantindo confidencialidade e integridade das informações enviadas e recebidas.
  • Monitoramento contínuo e resposta a incidentes: a infraestrutura é acompanhada em tempo real por um ambiente de monitoramento centralizado (SIEM), permitindo detecção precoce de comportamentos suspeitos. Além disso, a Transfeera realiza testes de segurança frequentes, como pentests, simulações de desastre e validações automatizadas.
  • Processos de KYC completos no onboarding: o cadastro passa por verificações que incluem documentoscopia, background check e facematch, em conformidade também com as consultas ao BC Protege+ e com as demais normas do Banco Central. Isso reduz a entrada de perfis falsos e previne fraudes de identidade logo no início da jornada.
  • Gestão estruturada de contestações via Painel de Infrações (MED): o Painel de Infrações da Transfeera permite que clientes monitorem e administrem ocorrências do Mecanismo Especial de Devolução do Pix, analisando padrões e fortalecendo a governança de risco em tempo real.
  • APIs de verificação bancária (ContaCerta) e validação cadastral: garantem a autenticidade dos dados em tempo real.

Quer oferecer transações mais seguras? Utilize a plataforma de pagamentos da Tranfeera!

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