Gestão Financeira Os motivos para considerar uma fintech segura

Os motivos para considerar uma fintech segura

Rafael Negherbon

Rafael Negherbon

Processos financeiros são cheios de detalhes que, se realizados manualmente, podem levar a erros constantes, problemas com segurança de dados e baixa produtividade das equipes devido à complexidade das atividades. Por isso, avança cada dia mais a procura das empresas por uma fintech segura e eficiente que auxilie na otimização desses processos.

Especialmente nas questões de segurança, com tantos golpes sendo aplicados na web, a atenção precisa ser redobrada. Geralmente, as empresas manipulam dados sensíveis de próprios e de clientes e isso exige que ela tenha cuidados extras para garantir a proteção dessas informações.

Mas como saber se determinada solução é de uma fintech segura para tê-la como parceira no seu negócio? Hoje, por exemplo, são 742 fintechs em funcionamento no Brasil, de acordo com o estudo Distrito Fintech Report 2020.

Diante de tantas startups com soluções inovadoras, como saber qual delas tem os cuidados que a sua empresa considera importantes? O que observar para escolher a melhor opção?

Fizemos um checklist com os principais pontos a serem observados para considerar uma fintech segura e possibilitar uma tomada de decisão mais assertiva. Confira cada um deles!

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Checklist da fintech segura: confira antes de escolher um parceiro

1. Possui programa de compliance?

O compliance é estar em conformidade com os regulamentos internos e externos à fintech, estruturando um conjunto de mecanismos que garantam o cumprimento de todas as normas e políticas estabelecidas para o negócio.

A criação de estratégias de compliance contribui para:

  • Planejamento estratégico da empresa;
  • Redução de surpresas e incertezas;
  • Fortalecimento da cultura e da governança corporativa;
  • Proteção da reputação e da imagem da organização;
  • Otimização das informações para tomada de decisão;
  • Priorização dos investimentos;
  • Eficiência operacional;
  • Mitigação de riscos;
  • Crescimento e desenvolvimento do negócio;
  • Competitividade.

Para considerar a fintech segura em relação ao compliance, principalmente atuando sob as especificidades do sistema financeiro, é preciso que ela siga normas do chamado mercado regulado, além das normas comuns a todas as empresas.

2. Está de acordo com a LGPD nos cuidados contra vazamento de dados?

Para ser considerada uma fintech segura, a empresa precisa garantir aos clientes que segue a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e que, portanto, mantém cuidados para evitar vazamento de dados.

A segurança das informações deve ser um pilar estratégico e prioritário para todas as instituições financeiras, principalmente as que oferecem serviços digitais.

Para garantir a segurança dos usuários e da própria empresa, alguns investimentos são necessários. Dentre eles, a criptografia, além de equipe e cultura de segurança e compliance com padrões mundiais. Alguns exemplos de boas práticas internacionais de segurança são ISO27001, NIST e CIS.

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3. Possui segurança de APIs?

As APIs disponibilizadas pelas fintechs do setor financeiro permitem que serviços inovadores sejam integrados aos sistemas já usados pelas empresas. Mas é preciso garantir alguns pontos em relação à cyber security.

A fintech deve oferecer um ambiente de homologação para testes do fluxo de integração, validando os fluxos operacionais para que o financeiro não tenha problemas ao integrar seu sistema nem surpresas ao rodar as transações no ambiente de produção. Por isso, é necessário validar o cenário de integração ao ambiente de homologação antes de iniciar o serviço.

A fintech também precisa ter controles rígidos que garantam a identidade do usuário que está acessando, garantindo que ele realmente tem acesso aos dados requisitados. Para a implementação desses controles, é importante considerar padrões no mercado, como OAuth2 e OpenID Connect.

Outra maneira de garantir a segurança de APIs é protegendo as credenciais de acesso, salvando-as em cofre (vault) por meio de um serviço gerenciado para armazenar segredos e chaves de criptografia com segurança.

Como a superfície de ataque das APIs muda conforme a empresa implanta novos serviços, também é preciso que a fintech acompanhe essas mudanças. Para isso, o Web Application Firewall (WAF) é importante para inspecionar automaticamente os conteúdos, verificando riscos e protegendo o sistema contra ataques.

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Considere a solução da Transfeera para sua gestão de pagamentos

Para ser considerada uma fintech segura, ela precisa oferecer pelo menos os pontos que listamos acima.

Se você busca uma solução que ofereça garantia de segurança, precisa conhecer o sistema da Transfeera, que roda 100% em provedor na nuvem para assegurar que a infraestrutura esteja segura de acordo com os melhores padrões do mercado e seguindo as normas da LGPD.

A solução também usa um  firewall de aplicação web na frente de todos os serviços expostos para a internet, o que permite monitorar e prevenir ataques que venham a colocar o sistema em risco.

A Transfeera utiliza a mesma tecnologia dos sistemas bancários, que geralmente é encontrada em internet banking. Ou seja, todos os dados são criptografados do início ao fim do processo, garantindo que nenhuma informação da empresa seja visível.

Para saber mais sobre como a Transfeera pode auxiliar a sua empresa na automação de processos financeiros, solicite uma demonstração com nossos especialistas.

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