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Fintech as a service: cenários, destaques e o futuro do modelo

Fintech as a service: cenários, destaques e o futuro do modelo

O último levantamento do Distrito FinTech Report apontou que o Brasil já conta com 742 fintechs, 34% a mais do que o número levantado no ano anterior. Um crescimento acelerado que mostra o quanto o mercado brasileiro ansiava por serviços mais inteligentes na área de finanças, seja para pessoas físicas ou para empresas.

Por longos anos, serviços financeiros foram relacionados à burocracia, morosidade e inconveniência. Toda essa dificuldade era gerada por um sistema que não colocava o cliente final como foco. Foi com a inserção da tecnologia, especialmente por meio de startups, atuando para o usuário final e no modelo de fintech as a service (FaaS), que esse cenário começou a mudar.

A criação destas empresas que desenvolvem tecnologia para serviços financeiros desburocratizados trouxe inovação para o setor financeiro, que a cada dia ganha mais praticidade, segurança, transparência e foco no usuário. Neste artigo, convidamos você a conhecer mais deste universo. Boa leitura

Entendendo o conceito de fintech as a service (FaaS)

A proposta da fintech as a service é, basicamente, poupar as fintechs de desenvolver sozinhas diversos sistemas – aplicar testes para evitar riscos legais e regulatórios e criar uma infraestrutura em conformidade com a legislação.

Mais do que eliminar trabalho desnecessário, a ideia de uma fintech as a service é oferecer às startups possibilidades inovadoras para seus serviços financeiros, salvando-as de sistemas baseados em provedores de bancos centrais, geralmente arcaicos, e da criação de protocolos financeiros auxiliares ao serviço principal que, muitas vezes, somente as próprias empresas sabem lidar.

Antes deste modelo surgir, essas práticas acabavam levando as fintechs a se isolarem por terem que desenvolver seus próprios processos. Mas, agora, com o crescimento das soluções de fintech para fintech, camadas de infraestrutura e serviços estão se tornando cada vez menos individualizadas.

Por que o modelo FaaS é tão inovador e importante?

O modelo permite que qualquer organização seja capaz de adicionar serviços bancários à sua estratégia de negócio, de forma rápida, segura e focada no novo perfil consumidor. Com plataformas completas e prontas para serem integradas por meio de APIs, o FaaS garante agilidade no time to market sem deixar de entregar eficiência e uma experiência customizada ao cliente final.

Distrito FinTech Report: confira o estudo completo sobre fintechs

Mas as razões pelas quais essas startups vêm ganhando tanto espaço no mercado não são apenas essas. A busca constante por inovações as torna ainda mais atraentes para o público: estão sempre oferecendo novos produtos e serviços personalizados, acessíveis e com novas experiências a negócios e consumidores com versatilidade surpreendente.

Como o White Label ajudou a expandir o mercado?

Um dos motivos da expansão da fintech as a service são as empresas que oferecem plataformas white label, que permitem que empresas do setor financeiro, ou até mesmo de outros setores, ofereçam serviços financeiros incorporados.

Assim como há alguns anos as empresas tinham seus próprios data centers para armazenar dados, hoje muitas delas já migraram para o cloud computing, contratando os serviços de empresas como Amazon, Google e Microsoft. E com as fintechs o caminho é o mesmo. Em um futuro próximo, é possível que muitos negócios deixem de desenvolver plataformas próprias, passando a contratar uma solução pronta e que ofereça exatamente o que a empresa precisa.

O conceito de white label se encaixa perfeitamente nessa demanda, pois permite à fintech usar uma plataforma criada por outra fintech e comercializar sua tecnologia e seus serviços utilizando a própria marca. Em outras palavras, uma fintech pode customizar e personalizar a ferramenta criada por fintech.

Dessa forma, com um plataforma white label o negócio pode explorar comercialmente todo o sistema para oferecer serviços diferenciados aos seus clientes. Além disso, não precisa investir recursos no desenvolvimento interno, ganhando eficiência no processo, uma vez que adota um modelo já testado e aprovado.

Fintechs as a service que têm se destacado no mercado

Rapyd

A Rapyd é um exemplo de fintech as a service de grande relevância internacional, tanto que já recebeu investimentos de US$ 60 milhões. Os serviços financeiros englobam transferências bancárias locais e internacionais, carteiras eletrônicas, cartões e dinheiro em mais de 100 países. Suportam 65 moedas de retenção e 170 moedas de pagamento, além de possuírem parceria com mais de 500 meios locais de pagamento para realizar as transações entre países diferentes.

A proposta da Rapyd é que os comerciantes facilitem as transações internacionais ao integrar os métodos de pagamento local na API e escalá-los globalmente por várias redes de pagamentos. O processo forma uma “rede de redes”, atendendo a 2,3 bilhões de pessoas em todo o mundo sem a necessidade de cartão para as transações em mais de 2 milhões de pontos de caixa eletrônico e atendimento no balcão. A Rapyd verifica a identidade do usuário e envia fundos para suas carteiras eletrônicas, usando suas opções de pagamento preferidas.

Conheça alguns IPOs em meios de pagamento:

EBANX

O EBANX é outro destaque, desta vez brasileiro, entre as iniciativas no modelo de fintech as a service. A fintech foi criada com a proposta de ser não somente uma solução de pagamento, mas oferecer acesso em um mundo cheio de fronteiras, possibilitando às pessoas a oportunidade de comprar produtos e ter serviços globais que antes seriam acessíveis apenas a uma parcela da população.

Fundada em 2012, a fintech cresceu 700 vezes. O portfólio de clientes é formado por mais de 500 sites ativos de diversas partes do mundo, oferecendo a mais de 30 milhões de brasileiros o acesso a produtos e serviços globais. Opera em 7 países latino-americanos, com mais 2 no caminho. Além dos escritórios no Brasil, o EBANX tem escritório em Londres e tem “ebankers” espalhados pelo mundo inteiro, somando 19 nacionalidades.

Recentemente, a fintech anunciou que permitirá compras com o recém-lançado cartão virtual de débito da Caixa Econômica Federal em sites internacionais parceiros, como é o caso do e-commerce Wish.

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Transfeera

A Transfeera também se posiciona como uma fintech as a service. A plataforma de gestão e processamento de pagamentos automatiza as transferências de valores de uma empresa para os seus parceiros, realizando as operações em lote, oferecendo também uma solução de validação de dados bancários, para evitar as falhas nas transações com dados incorretos e a ContaPix, a solução para as empresas receberem via Pix.

Entre as vantagens da automação estão o ganho de tempo e produtividade das equipes, especialmente as do setor de contas a pagar, mais eficiência e segurança nas operações e redução de custos com taxas bancárias e dos erros de processamento e suporte aos clientes. Já a validação de dados bancários checa se as informações do beneficiário existem e estão corretas, ajudando a evitar fraudes, perdas e atrasos nos pagamentos aos parceiros.

Com clientes como iFood, Ambev, PayGo, Vakinha, Hotmart, Paggue, Unilever, Wise, Whirpool e Shopee, a plataforma já movimentou mais de R$ 5 bilhões em transações financeiras.

Banner Conheça as principais APIs e integrações para agilizar os processos financeiros

A fintech registrou um dos maiores crescimentos em 2020, sendo o maior crescimento da empresa nos últimos 4 anos. Com mais de 250 clientes e um time de 60 pessoas, a empresa já realizou 5 bilhões de reais de transferências bancárias e validou mais de 13 milhões de contas. Recentemente com a chegada da solução Pix, novo meio de transferência do Banco Central, a Transfeera passou a ser uma das primeiras autorizadas a levarem o Pix para as empresas. Até o momento, nossos clientes movimentaram mais de 500 milhões de reais e realizaram 10 mil transferências por dia apenas pelo Pix.

Leia a matéria do Pequenas Empresas & Grandes Negócios sobre a Transfeera:

“Fintech para fintechs” automatiza e reduz taxas de pagamento para negócios

O futuro do modelo de fintech as a service

Como vimos, somente no Brasil, atuam quase 750 fintechs, dentre as quais se destacam aquelas que oferecem serviços financeiros para outras fintechs, no modelo de fintech as a service.

Seguindo este contexto de ampliação de opções integradas por API, a tendência é de que mais empresas, e de quaisquer segmentos, passem a oferecer algum tipo de serviço financeiro. Com as facilidades proporcionadas por uma fintech as a service amplia-se a possibilidade de incrementar soluções e melhor atender clientes, retê-los e gerar mais receita.

Angela Strange, sócia da investidora americana Andreessen Horowitz – a16z – diz que toda empresa poderá ser uma fintech. Ela falou sobre o tema no a16z Summit. Veja aqui a palestra:

Do ponto de vista dos consumidores finais, com mais serviços financeiros sendo criados, mais fácil e eficiente se torna sua experiência de pagamento, crédito ou contratação de seguros e outros produtos. Já as instituições financeiras existentes podem finalmente ser capazes de substituir alguns de seus sistemas legados e de gastar menos em manutenção. Além disso, elas podem lançar novos produtos mais rapidamente em parceria com algumas dessas startups.

Este é o cenário da próxima geração para serviços financeiros: um ambiente em que bancos e outras empresas financeiras não se dedicam mais somente à fabricação e entrega de produtos, mas à construção de um estilo de vida.

Selecionamos dois conteúdos interessantes sobre os serviços financeiros de próxima geração:

No caso da Transfeera, são mais de um milhão de transferências de dinheiro realizadas sem falhas. Um avanço para tantas empresas que realizam pagamentos em lote, além de terem seus processos mais organizados e centralizados, permitindo uma gestão de pagamentos eficiente e segura.

Saiba mais sobre a solução da Transfeera e como ela pode ser útil para a sua empresa.

Como uma fintech de pagamento pode ajudar minha empresa?

Podemos dizer que uma fintech de pagamento vai fazer sua empresa ganhar muito tempo em todas as tarefas de pagamentos. A automação vai evitar, por exemplo:

  • As falhas de tarefas manuais repetidas;
  • Os custos e os atrasos dos estornos;
  • As taxas abusivas de transferências para diferentes bancos.

Além de proporcionar um melhor relacionamento com seus fornecedores e clientes.

Banner AiQFome

Exemplo de como uma fintech de pagamento pode ajudar

Vamos usar como exemplo um aplicativo de delivery de comida, em que o número de restaurantes cadastrados é enorme. Você consegue imaginar o trabalho que é transferir os valores referentes às vendas para cada um desses estabelecimentos?

Nesse exemplo, uma fintech de pagamento seria muito útil para automatizar todas essas transferências, bastando criar (ou importar) o lote de pagamentos e realizá-los sem qualquer esforço, de maneira muito rápida e extremamente segura.

Para você ter uma ideia do quanto esse exemplo é real: O Aiqfome, terceira maior plataforma de delivery do Brasil, procurou uma fintech de serviços financeiros – no caso, nós, da Transfeera – para ajudá-lo nos processos de pagamentos referentes às vendas aos restaurantes.

O número de estabelecimentos cadastrados vinha aumentando e a empresa não conseguia mais fazer a gestão de pagamentos manualmente. Então, com o apoio da nossa plataforma open banking de gestão e processamento de pagamentos, o Aiqfome conseguiu automatizar o contas a pagar.

“Como o nosso volume de transferências é grande e precisamos pensar em escala, entendemos que a Transfeera era a melhor solução por todos os benefícios oferecidos e pela facilidade de operação”, explicou Gustavo Rangel, gerente financeiro do AiqFome, sobre a escolha da Transfeera como a fintech de pagamento para ajudá-lo nesses processos.

Essa mudança levou não apenas mais agilidade para os processos, mas garantiu também:

  • Redução das taxas de operações bancárias;
  • Redução das demandas de suporte;
  • Mais transparência nas informações referentes aos pagamentos para os favorecidos;
  • Mais valor agregado para a plataforma de delivery, que ganhou mais confiabilidade por parte dos estabelecimentos.

Como as rotinas do financeiro são automatizadas?

Agora que você já conhece uma empresa que usa nosso produto, entenda como funciona a solução da Transfeera.

1. Criação ou importação do lote de pagamentos

Primeiro, você cria seu lote de pagamentos na plataforma, que tem interface bem simples e intuitiva. Se preferir, você pode importar uma planilha ou integrar a Transfeera ao seu sistema financeiro por meio de API.

2. Envio do dinheiro

O segundo passo é fazer uma única transferência do seu banco, com o valor referente ao montante total do seu lote de pagamentos.

3. Realização dos pagamentos

Assim que é confirmado o crédito referente ao seu lote, os pagamentos são iniciados automaticamente, com a validação de dados dos seus favorecidos.

Em seguida, são anexados os comprovantes para você ter fácil acesso, a qualquer hora. Você também poderá gerar relatórios para acompanhar a eficácia dos seus pagamentos, corrigir dados incorretos e minimizar as perdas por pagamentos errados.

Checklist da fintech segura: confira antes de escolher um parceiro

Processos financeiros são cheios de detalhes que, se realizados manualmente, podem levar a erros constantes, problemas com segurança de dados e baixa produtividade das equipes devido à complexidade das atividades. Por isso, avança cada dia mais a procura das empresas por uma fintech segura e eficiente que auxilie na otimização desses processos.

Especialmente nas questões de segurança, com tantos golpes sendo aplicados na web, a atenção precisa ser redobrada. Geralmente, as empresas manipulam dados sensíveis de próprios e de clientes e isso exige que ela tenha cuidados extras para garantir a proteção dessas informações.

Mas como saber se determinada solução é de uma fintech segura para tê-la como parceira no seu negócio? Diante de tantas startups com soluções inovadoras, fizemos um checklist com os principais pontos a serem observados para considerar uma fintech segura e possibilitar uma tomada de decisão mais assertiva:

1. Possui programa de compliance?

O compliance é estar em conformidade com os regulamentos internos e externos à fintech, estruturando um conjunto de mecanismos que garantam o cumprimento de todas as normas e políticas estabelecidas para o negócio.

A criação de estratégias de compliance contribui para:

  • Planejamento estratégico da empresa;
  • Redução de surpresas e incertezas;
  • Fortalecimento da cultura e da governança corporativa;
  • Proteção da reputação e da imagem da organização;
  • Otimização das informações para tomada de decisão;
  • Priorização dos investimentos;
  • Eficiência operacional;
  • Mitigação de riscos;
  • Crescimento e desenvolvimento do negócio;
  • Competitividade.

Para considerar a fintech segura em relação ao compliance, principalmente atuando sob as especificidades do sistema financeiro, é preciso que ela siga normas do chamado mercado regulado, além das normas comuns a todas as empresas.

2. Está de acordo com a LGPD nos cuidados contra vazamento de dados?

Para ser considerada uma fintech segura, a empresa precisa garantir aos clientes que segue a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e que, portanto, mantém cuidados para evitar vazamento de dados.

A segurança das informações deve ser um pilar estratégico e prioritário para todas as instituições financeiras, principalmente as que oferecem serviços digitais.

Para garantir a segurança dos usuários e da própria empresa, alguns investimentos são necessários. Dentre eles, a criptografia, além de equipe e cultura de segurança e compliance com padrões mundiais. Alguns exemplos de boas práticas internacionais de segurança são ISO27001, NIST e CIS.

3. Possui segurança de APIs?

As APIs disponibilizadas pelas fintechs do setor financeiro permitem que serviços inovadores sejam integrados aos sistemas já usados pelas empresas. Mas é preciso garantir alguns pontos em relação à cyber security.

A fintech deve oferecer um ambiente de homologação para testes do fluxo de integração, validando os fluxos operacionais para que o financeiro não tenha problemas ao integrar seu sistema nem surpresas ao rodar as transações no ambiente de produção. Por isso, é necessário validar o cenário de integração ao ambiente de homologação antes de iniciar o serviço.

A fintech também precisa ter controles rígidos que garantam a identidade do usuário que está acessando, garantindo que ele realmente tem acesso aos dados requisitados. Para a implementação desses controles, é importante considerar padrões no mercado, como OAuth2 e OpenID Connect.

Outra maneira de garantir a segurança de APIs é protegendo as credenciais de acesso, salvando-as em cofre (vault) por meio de um serviço gerenciado para armazenar segredos e chaves de criptografia com segurança.

Como a superfície de ataque das APIs muda conforme a empresa implanta novos serviços, também é preciso que a fintech acompanhe essas mudanças. Para isso, o Web Application Firewall (WAF) é importante para inspecionar automaticamente os conteúdos, verificando riscos e protegendo o sistema contra ataques.

Considere a solução da Transfeera para sua gestão de pagamentos

Para ser considerada uma fintech segura, mostramos que ela precisa oferecer pelo menos os pontos que listamos acima.

Se você busca uma solução que ofereça garantia de segurança, precisa conhecer o sistema da Transfeera, que roda 100% em provedor na nuvem para assegurar que a infraestrutura esteja segura de acordo com os melhores padrões do mercado e seguindo as normas da LGPD.

A solução também usa um firewall de aplicação web na frente de todos os serviços expostos para a internet, o que permite monitorar e prevenir ataques que venham a colocar o sistema em risco.

Banner solicite uma demonstração

A Transfeera utiliza a mesma tecnologia dos sistemas bancários, que geralmente é encontrada em internet banking. Ou seja, todos os dados são criptografados do início ao fim do processo, garantindo que nenhuma informação da empresa seja visível.

Então, se você tem alguma dúvida, mostramos 8 motivos para usar a Transfeera:

  1. Ajudamos a simplificar as suas rotinas operacionais com segurança.
  2. Reduzimos o seu esforço e o seu risco operacional.
  3. Aumentamos a sua eficiência com agilidade e transparência.
  4. Gerenciamos e automatizamos todas as suas rotinas de contas a pagar.
  5. Oferecemos facilidade de integração: você pode importar sua planilha de pagamentos ou integrar a Transfeera por meio de API.
  6. Recebemos seus lotes de pagamentos e enviamos um único arquivo de retorno com todos os comprovantes e status de pagamentos.
  7. Já processamos com sucesso mais de 5 milhões de pagamentos de fornecedores, payout, cashback e reembolsos.
  8. A Transfeera é uma das primeiras instituições financeiras aprovadas pelo Bacen para realizar a transferência de Pix para empresas.

Para saber mais sobre como a Transfeera pode auxiliar a sua empresa na automação de processos financeiros, solicite uma demonstração com nossos especialistas.

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