Entre taxas de estorno, retrabalho manual e atrasos no fechamento financeiro, cada erro bancário gera um custo que vai muito além do valor da transação em si. Na prática, o impacto se espalha por toda a operação: o time perde tempo conferindo cadastros, o dinheiro fica temporariamente “travado” até o estorno ser processado, e a experiência de quem recebe o pagamento também é afetada.
Agora imagine que esse erro, aparentemente pequeno, acontece em uma empresa que processa dezenas de milhares de pagamentos por mês. Validar contas bancárias antes de pagar é uma das formas mais simples (e baratas) de evitar prejuízo.
A seguir, vamos mostrar como calcular o custo real da validação de contas bancárias e mostrar a você como investir em um validador pode reduzir erros, estornos e prejuízos operacionais.
Por que a validação de contas bancárias é essencial para empresas que fazem pagamentos em escala
A validação de dados bancários evita que um pagamento seja enviado para o destinatário errado – uma situação que gera estresse para todos os envolvidos. Para explicar melhor como ela é essencial, nada melhor do que um exemplo verídico:
A Sim, fintech do Grupo Santander, nasceu com a missão de facilitar o acesso ao crédito no Brasil. A empresa oferece empréstimos de forma simples e transparente, usando tecnologia criptografada para avaliar a saúde financeira de cada cliente e oferecer condições personalizadas em poucos minutos.
A empresa enfrentava um desafio que afetava diretamente sua operação e a experiência dos clientes: as devoluções de TEDs. Como parte dos clientes tinha conta em outros bancos além do Santander, a fintech registrava um número significativo de estornos, o que atrasava o repasse do crédito solicitado e gerava desconforto tanto para o time interno quanto para quem aguardava o valor cair na conta.
Foi nesse cenário que a fintech decidiu investir em um validador de contas bancárias. Assim, a empresa chegou na Transfeera.
A nossa solução passou a permitir à Sim checar, de forma rápida e segura, se os dados bancários informados correspondem realmente ao titular e à conta correta, evitando falhas no pagamento.
A fintech utiliza a validação em dois momentos:
- Durante o onboarding, para uma checagem inicial dos dados;
- E após a aprovação do crédito, com validação por microdepósito, garantindo titularidade e conformidade antes da transferência.
O resultado foi direto e mensurável: redução de 70% nas devoluções de TEDs em apenas três meses, além da queda nas reclamações relacionadas a pagamentos não recebidos. Para saber mais, acesse aqui o case de sucesso completo!

Erros em pagamentos: o custo invisível que impacta a operação financeira
Engana-se quem pensa que o custo que deve ser considerado quando há um erro no pagamento seja apenas o da transação em si. Erros em pagamentos – seja por dados incorretos ou contas inexistentes – significam pagamentos rejeitados. E a rejeição tem um preço, que é:
- Taxa bancária por devolução
- Retrabalho manual para identificar e corrigir
- Atraso em pagamentos a parceiros e fornecedores.
- Risco de imagem: especialmente em pagamentos a clientes, prestadores ou influenciadores
Como estornos e retrabalhos reduzem a eficiência do time financeiro
Cada pagamento devolvido representa uma operação que precisa ser revisada, corrigida e reprocessada. Isso toma tempo do time financeiro que, em vez de focar em tarefas estratégicas, precisa perder tempo procurando o erro, tentando corrigi-lo o mais rapidamente possível e entrando em contato com o cliente.
Para exemplificar, nada como mais um exemplo real. A Psicologia Viva, maior plataforma de psicologia online da América Latina, enfrentava um sério problema: em um determinado momento, de uma remessa de 1800 pagamentos para realizar, 800 estornaram e a validação era feita de forma manual e individual.
Isso acontecia porque a empresa tinha problemas constantes com os erros em informações bancárias, como contas de terceiros cadastradas na plataforma ou com informações defasadas.
Com a integração da API da Transfeera, a Psicologia Viva passou a validar automaticamente os dados bancários antes de realizar cada pagamento. Assim, eventuais inconsistências passaram a ser detectadas antes da transação, evitando que o erro chegue até o banco e gere um estorno (e, com ele, todo o trabalho envolvido).
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O papel do validador de conta bancária na prevenção de falhas
Dessa vez, a história vem do Vakinha, maior site de doações online do Brasil e da América Latina.
O cenário era o seguinte: o processo de repasse dos valores arrecadados era feito manualmente, por meio de transferências individuais via TED. A cada solicitação de saque, a equipe do Vakinha precisava processar a operação de forma isolada — um procedimento burocrático que exigia atenção redobrada e gerava custos elevados, já que cada tentativa de pagamento implicava uma nova tarifa bancária.
Além do alto custo, o modelo era suscetível a erros. Bastava um dado incorreto, como número de conta, CPF ou agência digitado errado, para que o pagamento fosse devolvido, ou pior, enviado para uma conta inexistente. Nesses casos, o banco considerava que a tentativa de envio havia sido realizada e não estornava a tarifa de TED, aumentando ainda mais o custo operacional.
Foi nesse ponto que o Vakinha decidiu investir em uma tecnologia para validar contas bancárias. Assim, a Transfeera entrou em cena.
A plataforma passou a verificar, em tempo real, se as informações cadastradas pelos usuários estavam corretas e se o CPF ou CNPJ informado realmente correspondia ao titular da conta.
Essa validação prévia eliminou falhas antes que elas chegassem à etapa de pagamento, impedindo que o dinheiro fosse enviado para a conta errada e evitando os custos desnecessários com estornos e tarifas bancárias. Para saber mais dessa história, clique no banner:
O que é validação de conta bancária e como funciona
A validação de conta bancária é uma tecnologia que confere, de forma automática, se os dados bancários do favorecido estão corretos antes de efetuar o pagamento por meio de TED ou Pix, evitando erros e gastos nesse processo.
No caso da Transfeera, o processo é simples e totalmente integrado ao fluxo de pagamentos das empresas. A solução oferece dois tipos de validação: a básica e a por microdepósito.
A validação básica realiza uma verificação direta dos dados bancários e cadastrais do favorecido. Primeiro, o sistema consulta o documento informado (CPF ou CNPJ) junto à Receita Federal, garantindo que o titular seja válido. Em seguida, confere todas as informações bancárias – como agência, número e tipo de conta – para confirmar se estão corretas e ativas.
Caso seja detectada alguma inconsistência, o sistema retorna o resultado da validação e indica o que precisa ser ajustado.
Já a validação por microdepósito aprofunda o processo e é especialmente útil para operações de maior valor ou quando é preciso confirmar a titularidade da conta. Nessa modalidade, a Transfeera realiza um microdepósito via Pix, que é uma transação de baixo valor que permite verificar, em tempo real, se a conta realmente pertence ao titular informado.
Além de confirmar a titularidade, o sistema também identifica o status da conta (ativa, bloqueada ou cancelada) e mostra quais métodos de pagamento estão habilitados para aquele favorecido, como Pix e/ou TED.
Como calcular o custo de validar contas bancárias
Para isso, é fundamental levar em consideração não apenas o valor pago por cada validação, mas também o tempo que a equipe economiza e o quanto a automação reduz falhas e retrabalhos. Acompanhe:
Tempo médio e custo operacional por validação
Em soluções automatizadas, como a da Transfeera, cada checagem é feita em segundos e exige zero intervenção manual.
Quando esse processo de validar contas bancárias é realizado manualmente, temos um outro cenário. Isso porque é preciso buscar dados, confirmar titularidade, entrar em contato com o banco e atualizar planilhas.
Esse esforço pode levar minutos por conta. O recomendável é que você tire uma média de tempo gasto pelo time financeiro em cada etapa do processo, ou seja, desde a conferência dos dados até a correção de informações incorretas. Em seguida, multiplique pelo número de pagamentos realizados mensalmente.
Por exemplo, se um colaborador leva cerca de 5 minutos para validar manualmente cada conta e a empresa processa 3 mil pagamentos por mês, isso representa 250 horas mensais dedicadas apenas a essa tarefa. Mesmo que parte desse tempo seja distribuída entre diferentes profissionais, o impacto na produtividade é expressivo.
Integração de APIs e automação do processo de checagem
Em vez de depender de conferências manuais, a integração via API permite que os dados sejam verificados automaticamente, antes da execução da transação. Isso elimina gargalos e reduz o risco de erro humano.
Comparativo: custo de validação x custo de erro e estorno
Validar custa pouco. Errar custa caro. Enquanto a validação tem um custo fixo e previsível, os erros e estornos geram despesas que se multiplicam: taxas de estorno, retrabalho, atrasos e ruído com quem recebe.
O quadro abaixo mostra como essa diferença se reflete na prática:

O impacto dos estornos na operação financeira
Já que o estorno é um dos problemas que uma tecnologia para validar contas bancárias busca eliminar, vamos entender melhor:
Estorno: o que é, quando ocorre e como afeta o fluxo de caixa
O estorno é a devolução de um valor que não foi transferido corretamente. Um pagamento pode ser estornado por diferentes motivos, como por exemplo:
- Cobrança indevida ou duplicada;
- Dados desatualizados no sistema;
- Produto diferente do solicitado ou danificado;
- Problema no processo de pagamento (processos manuais em operações financeiras, dados bancários incorretos e falta de validação e compliance)
Sempre que uma transação precisa ser revertida, isto é, toda vez que um estorno precisa ser feito, o time financeiro tem que agir em diversas frentes. Isso significa revisar registros, conferir dados, ajustar planilhas e reprocessar valores, o que consome tempo e reduz a produtividade da equipe.
Além disso, cada estorno traz um custo financeiro real. Imagine, por exemplo, que um pagamento foi direcionado ao fornecedor errado. Mesmo depois de recuperar o valor, o prazo para o pagamento correto pode já ter expirado, gerando juros, multas e novas taxas bancárias.
Em outras palavras, um único erro pode se transformar em uma despesa dobrada. O problema pode ser ainda maior porque o impacto também chega ao cliente/fornecedor. Se o processo de devolução demorar, a percepção de confiabilidade da empresa é colocada em risco.
Como a Transfeera simplifica a validação de contas e reduz custos de estorno
A Transfeera desenvolveu o ContaCerta, solução de validador de contas bancárias e chave Pix. A tecnologia previne estornos e pagamentos rejeitados já na etapa de cadastro. Isso garante um fluxo financeiro mais ágil e confiável.
Validador de conta bancária integrado à API de pagamentos
A integração via API torna o processo de validação uma etapa natural dentro do fluxo financeiro, sem a necessidade de ações manuais. A cada nova conta cadastrada, o sistema verifica instantaneamente se os dados estão corretos e se o titular informado realmente corresponde à conta de destino.
Automação, rastreabilidade e compliance em um só fluxo
Cada operação fica registrada com data, hora, status e resultado da checagem, facilitando auditorias e simplificando o acompanhamento interno. A Transfeera também garante conformidade com padrões de segurança e compliance bancário, oferecendo uma camada adicional de proteção contra fraudes e inconsistências.
Resultados práticos: eficiência e segurança em pagamentos corporativos
Os resultados são visíveis em pouco tempo: redução no número de estornos, eliminação de retrabalho manual, aumento da confiabilidade nas operações e melhoria na experiência dos clientes e parceiros que recebem os valores.
E para relembrar: com o validador de contas bancárias da Transfeera, o Vakinha reduziu em mais de 50% os erros nas transferências, tornando a experiência de saque muito mais eficiente e transparente.
Já a Sim, outro caso apresentado mais acima, teve uma redução de 70% nas devoluções de TEDs.
Para saber mais sobre estorno de pagamento, como evitá-lo e o papel da validação bancária, aproveite e baixe o e-book gratuito:
Conclusão: validar contas bancárias é investir em eficiência e confiança
Mais eficiência para o seu time, aumento na confiança nos processos financeiros e um processo de pagamento seguro. Essas são as principais vantagens de validar contas bancárias de forma automatizada.
Com o ContaCerta, o validador de contas bancárias da Transfeera, as empresas garantem eficiência, compliance e tranquilidade, sabendo que cada pagamento chegará ao destino certo. Assim, toda a operação ganha em produtividade e credibilidade.
E agora, o que você acha de testar na prática como o validador da Transfeera pode reduzir estornos? Clique no banner e aproveite e conheça como a tecnologia funciona:







